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Governo interliga, por estradas, o Pantanal secularmente isolado

A meta do governador de Mato Grosso do Sul é criar uma rota rodoviária estadual de 1.000 Km e integrar os municípios do Pantanal, desde as regiões Norte (Sonora, Coxim, Rio Verde e Rio Negro), Oeste (Aquidauana, Miranda e Corumbá) e Sul (Porto Murtinho), com conexão a Bodoquena, Bonito e Jardim, principais destinos de ecoturismo. Esse corredor de produção pecuária e ecologia será concretizada no segundo mandado do governador.

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16 de novembro de 2018

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 Dono do segundo maior rebanho bovino do País, com 1,9 milhão de animais concentrados no Pantanal, secularmente o produtor de Corumbá teve dificuldades de acesso para transportar bezerros para engorda no planalto. No governo de Reinaldo Azambuja, no entanto, os investimentos em infraestrutura na região, interliga-a com estradas e pontes, mudou essa realidade, e hoje o pantaneiro tem a opção de retirar o gado em caminhões na cheia.

A meta do governador de Mato Grosso do Sul é criar uma rota rodoviária estadual de 1.000 Km e integrar os municípios do Pantanal, desde as regiões Norte (Sonora, Coxim, Rio Verde e Rio Negro), Oeste (Aquidauana, Miranda e Corumbá) e Sul (Porto Murtinho), com conexão a Bodoquena, Bonito e Jardim, principais destinos de ecoturismo. Esse corredor de produção pecuária e ecologia será concretizada no segundo mandado d o governador.

“O nosso Governo cumpre seu papel de garantir o desenvolvimento do agronegócio e do turismo ao implantar novas alternativas logísticas, propiciando melhor acesso para facilitar o transporte de riquezas e de pessoas, principalmente em regiões isoladas, como o Pantanal”, afirma o governador. “Estamos viabilizando um corredor rodoviário em potencial e, com isso, também gerando emprego e renda com o desenvolvimento local”, pontua.

Integrando os pantanais

Com recursos do Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário (Fundersul), o Estado executou várias frentes de obras entre Bonito, Bodoquena, Porto Murtinho e Miranda e atualmente executa o trecho de maior desafio dentro da planície pantaneira, a ligação de Corumbá com Rio Negro, Rio Verde e Coxim, região conhecida por Nhecolândia. Não são longas distâncias, contudo, não havia estrada implantada e o caminho é arenoso, intransponível na cheia.

Além do cascalhamento de 40 Km da MS-228, a partir da Curva do Leque (entroncamento com a MS-184, trecho da Estrada Parque, em Corumbá), a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), executa outros 19 Km da mesma rodovia entre a Vazante do Castelo e a fazenda Conceição, entre Aquidauana e Rio Verde. Também foram implantados com aterro 34 Km da MS-423, descendo a Serra da Alegria (Rio Verde) até a fazenda Morrinho (Corumbá).

Os investimentos ultrapassam R$ 40 milhões e está projetada também a implantação da MS-214, interligando os pantanais do Paiaguás e Nhecolândia, a partir de Coxim, na confluência da ponte de concreto sobre o rio Taquari. Numa segunda etapa, será implantada a estrada que liga a ponte à Serra da Alegria, completando uma logística por terra que o pantaneiro jamais imaginou em mais de 200 anos de ocupação do bioma pelo homem e o gado.

Sonho de pantaneiro

“Vamos passar por um ciclo transformador, o acesso por estradas é tudo para o pantaneiro”, comemora o pecuarista Ulisses Serra Neto, o Noninho, que tem propriedade no centro do Pantanal. Para o presidente do Sindicato Rural de Corumbá, Luciano Leite, as estradas vão valorizar o gado e facilitar a saída desses animais na cheia, reduzindo custos de transporte. “A Nhecolândia é a maior produtora de boi gordo, abastecendo 40% do nosso mercado”, diz.

O dirigente ruralista destacou a determinação do governador Reinaldo Azambuja em integrar o Pantanal, observando que os benefícios com o fácil acesso serão econômicos e sociais. “Nenhum outro governo, desde o [Pedro] Pedrossian, investiu no Pantanal como o do Reinaldo Azambuja”, cita. “Vai fortalecer a pecuária, com a valorização do boi, e também dará um salto no turismo, com o surgimento de pousadas onde era impossível chegar de carro.”

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.