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Política
A investigação veio a público na semana passada, depois que a PF cumpriu 19 mandados de busca e apreensão, sendo um deles na casa do empreiteiro João Amorim, proprietário da Proteco Construção Ltda
17 de julho de 2015
O governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), prometeu realizar devassa nos contratos da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) para detectar empresas que possivelmente são alvo da Operação Lama Asfáltica, feita pela Polícia Federal em parceria com a CGU (Controladoria-Geral da União).
A investigação veio a público na semana passada, depois que a PF cumpriu 19 mandados de busca e apreensão, sendo um deles na casa do empreiteiro João Amorim, proprietário da Proteco Construção Ltda. A companhia é responsável pela polêmica obra do Aquário do Pantanal.
O tucano garantiu que teve acesso aos contratos que a PF apreendeu, bem como ao conteúdo da apuração, mas só emitirá posicionamento oficial do Executivo na semana que vem. Entretanto, adiantou que se ficar comprovado dano ao erário público, os responsáveis terão que arcar com as consequências, inclusive com ressarcimento. Ele ainda deixou subentendido que nenhuma das investigadas continuará recebendo pagamento até que a investigação termine.
“O Governo tem que ser prudente e se houve desvio de recursos públicos e essas empresas que tem a receber que aguardem o final do julgamento”, disse reforçando que na próxima segunda ou terça-feira o raios-X feito pelo governo nos contratos será divulgado. “Esse ato será uma forma de o governo se manifestar sobre a investigação”, completou.
Azambuja voltou afirmar que somente agora está tendo acesso à apuração e defendeu que a investigação seja o mais aprofundada possível, uma vez que o maior prejudicado é o Estado e o dinheiro público. “Vamos também franquear a Polícia Federal em qualquer documentação e acesso ao que ainda não tem. Para que haja apuração efetiva e ressarcimento do prejuízo aos cofres do Estado”, finalizou.
Lama Asfáltica - A operação visa obter detalhes de contratos referente a obras, principalmente de João Amorim com o Governo do Estado e Prefeitura de Campo Grande, firmados principalmente nas gestões dos peemedebistas André Puccinelli e Nelson Trad Filho. O empreiteiro é, inclusive, ex-cunhado de Nelsinho que concedeu os contratos justamente enquanto era casado com a deputada estadual Antonieta Amorim (PMDB). (Midiamax)
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.