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Governador destaca a criação de uma Política de Estado para combater o crime de contrabando

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4 de março de 2016

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O governador Reinaldo Azambuja participou na manhã desta quinta-feira (3), no auditório da Receita Federal, da solenidade em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Contrabando, onde ocorreu a divulgação do estudo “As Rotas do Crime – as Encruzilhadas do Contrabando”.

Neste evento foi apresentado um estudo que mostra que em 2015 o Brasil perdeu R$ 115 bilhões com o crime de contrabando, que significa um crescimento de 15% em relação à 2014.

Para o governador, o combate a esse tipo de crime deve ser tratado com uma política de estado, buscando a redução da evasão de recursos que o contrabando causa ao País. “É preciso criar numa Política de Estado séria de incentivo à região de fronteira, com a geração de emprego, renda e mais oportunidades para a população, isso sim vai reduzir a criminalidade nessas regiões”, disse.

Mato Grosso do Sul possui cerca de 1,6 mil quilômetros de fronteira seca, e faz divisa com o Paraguai e com a Bolívia, conhecidas rotas de contrabando. De acordo com o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), nessa faixa entram no Brasil cerca de R$ 6,8 bilhões ao ano em produtos contrabandeados.

Ainda segundo as informações do DOF, em 2015 foram apreendidas 9 toneladas de confecções, 250 mil cartelas de medicamentos, 4 toneladas de brinquedos, 1,2 mil pacotes de suplementos, 1,4 mil quilos de agrotóxicos e 1 milhão de pacotes de cigarros, que somam um montante de 150 milhões em apreensões de contrabando e descaminho.

Por fim, o governador ressaltou que é preciso fortalecer todas as estruturas de segurança para reduzir o crime na fronteira. “Os crimes de fronteira devem ser combatidos, e para isso é necessário que o Governo Federal busque o fortalecimento das forças policiais, principalmente da Polícia Federal. Em Mato Grosso do Sul, em apenas um ano de governo, investimos mais de R$ 25 milhões nas forças de segurança, o que automaticamente contribuiu para a redução da criminalidade dentro do Estado”, finalizou.

Estiveram presentes no evento o presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf), Luciano Barros, o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Silvio Maluf, o comandante do Comando Militar do Oeste (CMO), general Paulo Humberto Cesar de Oliveira, o superintendente estadual da Polícia Federal, Ricardo Cubas César, e demais autoridades civis e militares.

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.