quinta, 04 de junho, 2026
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Presidente da Casa de Leis, o deputado Junior Mochi (MDB) cobrou do senador Pedro Chaves (PRB) que a proposta em tramitação no Senado Federal, de autoria do Ministro da Agricultura Blairo Maggi, traga um trecho que trate especificamente da preservação e conservação do rio Taquari, em Coxim, região norte do Estado. Em processo de assoreamento, o Taquari sobrevive, segundo o emedebista, à mercê da do mau uso do solo, ausência de drenagem das águas pluviais, além da falta de manutenção de estradas. “Não há como redigir um projeto sobre proteção do Pantanal sem um capítulo específico tratando da questão do Taquari, que abriga as maiores sub-regiões do Pantanal. Este é o maior problema ambiental que nós temos, além do texto, necessitamos do orçamento da União para a recuperação do rio Taquari”, cobrou o parlamentar. Fundo Pantanal Segundo apresentou Chaves, durante audiência pública, na manhã desta segunda-feira (16), o fundo para preservação do bioma Pantanal será recursos na ordem de R$ 1,2 bilhão. Os recursos poderão ser aplicados em pesquisas, projetos e programas de conservação do bioma e serão geridos pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). Os recursos, segundo o senador, originam-se de multas aplicadas pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), que ultrapassam R$ 10 milhões, dos quais R$ 4 milhões são destinados a biomas como Pantanal, Floresta Amazônica e Mata Atlântica. Na ocasião, o promotor de Justiça e diretor do núcleo ambiental do MP-MS (Ministério Púbico de Mato Grosso do Sul), Luciano Furtado Loubet, tentou amenizar a relação entre ambientalistas e produtores rurais e sugeriu inclusão de alguns pontos no projeto em tramitação no Congresso. “Nenhum ambientalista quer acabar com a produção e nenhum produtor rural quer acabar com os ambientalistas. Sugiro três pontos chaves que o projeto deve ter: a relação entre o planalto e a planície, a dimensão internacional do Pantanal, política de proteção à vegetação arbustiva das cordilheiras e dos capões do Pantanal. Para problemas complexos as soluções não são simplistas, são complexas também”, argumentou. Prefeitos, representantes de ONGs (Organizações Não Governamentais), produtores rurais, ambientalistas e membros do Imasul (Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) também estiveram presentes na audiência pública.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.