quinta, 04 de junho, 2026
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Sete ex-servidores do TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul) terão que devolver mais de R$ 1,5 milhão aos cofres públicos por receberem salários por dois anos sem trabalhar.
Após apuração de inquérito aberto em julho de 2002, o MPE-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) constatou que os servidores receberam entre 2001 e 2002 sem nunca ter ido trabalhar. O MPE entrou com ação na Justiça para que eles devolvam o dinheiro aos cofres públicos.
Em julho de 2002, o MPE recebeu denúncia anônima de que 103 servidores do TCE-MS eram “fantasmas” e nunca foram trabalhar, entre 2001 e 2002, mas recebiam seus salários normalmente, “causando evidentes prejuízos ao Patrimônio Público”. Segundo a denúncia, os servidores “fantasmas” seriam filhos, mulheres e sobrinhos de conselheiros e alguns sequer residiam em Campo Grande.
Depois de apurar, o MPE chegou à conclusão que sete servidores de cargos efetivos receberam salário do TCE-MS por dois anos, sem sequer ter comparecido às suas repartições. São eles: Lídia de Paula Valenzuela dos Santos, Marlene Cerzózimo, Natália Maria Idalo Zogbi, Neli Aparecida Todsquini, Noely Rabelo de Barros Trindade, Regina Marina Aparecida da Câmara e Tânia Maria Froes Cerzósimo.
Somando os sete, os servidores “fantasmas” receberam durante 2001 e 2002 R$ 219.949,88. Eles terão que devolver, após correção de juros, R$ 1.558.581,47. A Justiça pode determinar o bloqueio e bens dos ex-servidores para arcar com a devolução. (Midiamax)
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.