quarta, 03 de junho, 2026
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Operação lama asfáltica
O engenheiro João Afif Jorge, nomeado durante a gestão de André Puccinelli (MDB) como Coordenador de Suporte e Manutenção de Empreendimentos da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) tornou-se réu em ação movida pelo Gecoc (Grupo Especial de Combate a Corrupção) por enriquecimento ilícito
13 de junho de 2018
Midiamax
O engenheiro João Afif Jorge, nomeado durante a gestão de André Puccinelli (MDB) como Coordenador de Suporte e Manutenção de Empreendimentos da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) tornou-se réu em ação movida pelo Gecoc (Grupo Especial de Combate a Corrupção) por enriquecimento ilícito.
A denúncia foi recebida pelo juiz David Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande. Após o compartilhamento de provas da Operação Lama Asfáltica da Polícia Federal, o promotor Marcos Alex Vera de Oliveira Filho denunciou o engenheiro por ter adquirido em condomínio com Wilson Roberto Mariano de Oliveira e Edson Giroto imóveis de valores incompatíveis com a sua renda.
De acordo com o Portal da Transparência do governo estadual, o engenheiro recebia pouco mais de R$ 3 mil mensais no exercício do cargo. Entretanto, João Afif teria aprovado planilhas orçamentárias que permitiram a realização de pagamento em duplicidade por serviços de tapa-buraco e asfaltamento nos mesmos trechos de rodovia.
O mesmo comprou duas fazendas: Maravilha e Pouco Alegre, em conjunto com Mariano e Giroto, num dano ao erário público calculado em mais de R$ 1,8 milhão. Ao final do processo, o Gecoc pede a condenação do agente público a suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil em três vezes o valor do acréscimo patrimonial, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais pelo prazo de dez anos.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.