quinta, 04 de junho, 2026
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A caminhada conjunta do desenvolvimento econômico com a preservação ambiental é uma diretriz defendida não de hoje pelo governador Eduardo Riedel, sendo novamente colocada em discussão pelo chefe do Executivo sul-mato-grossense na segunda-feira (21) durante a sexta edição do Seminário Agronegócio Sustentável, realizado pelo jornal Folha de São Paulo.
Eduardo Riedel foi um dos convidados do evento, ao lado do governador mato-grossense Mauro Mendes, do coordenador do mestrado em Agronegócios da FGV Agro, Eduardo Assad, da senadora Soraya Thronicke e da sócia-líder me mercado para o agronegócio da KPMG, Giovana Araújo.
Sob a temática 'O desenvolvimento do agronegócio e os incentivos à preservação do meio ambiente', a mesa aconteceu no auditório localizado na sede da Folha, precedente da segunda mesa de discussão, nomeada 'A produtividade no Nordeste'.
"Deixamos claro os rumos que Mato Grosso do Sul tem tomado em relação a sua industrialização, como nossas práticas sustentáveis tem nos tornado protagonistas de um exemplo bem sucessido em âmbito global. Queremos exportar, se fazer presente nos mercados, pessando essa mensagem clara: o que foi construído nos últimos 30 anos em termo de desenvolvimento da agropecuária se transforma agora em industrialização. Temos muito a mostrar", comenta Eduardo Riedel.
O governador ainda destaca que cada vez mais existe uma consciência sobre a produtividade e as práticas adotadas pelo setor, evoluindo e aprimorando-as para que se obtenha nos biomas nos quais o Mato Grosso do Sul está instalado uma produção responsável com sustentabilidade.
"No Brasil construímos um modelo de produção que caminha lado a lado com a sustentabilidade. Pode parecer um paradoxo, principalmente se você olhar para os dados sobre desmatamento, mas temos que separar o que é ilegal e legal", frisa durante sua fala no evento.
Riedel também ressalta que existem dezenas de milhares de hectares de pastagens degradadas e que podem ser recuperadas e aproveitadas com plantações mais produtivas, fazendo dessa e outras discussões no entorno do desenvolvimento sustentável um debate permanente.
Dados apresentados no seminário mostram que em 32 anos, partindo de 1990, quadruplicou a produção de grãos no Brasil, mas a área plantada apenas dobrou. A agricultura ocupa no país meros 9% da área, sendo que ainda há 26% de áreas de pastagens degradadas - porcentagem esta vista por Riedel como uma oportunidade de crescimento com redução de emissão de carbono.
"Temos uma matriz energética hoje se baseando no agro. O etanol é muito competitivo e de repente agora surge também o milho. A celulose e a expansão das florestas trouxeram um balanço de carbono negativo. São práticas que mostram um agro de baixo carbono. A mensagem é essa, que construímos um caminho e estamos o seguindo para a sustentabilidade", conclui o governador.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.