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eleições 2018
Presidente eleito anunciou a intenção de doar sobras da campanha para a Santa Casa de Juiz de Fora. Segundo o TSE, dinheiro que sobrou da campanha deve ser devolvido ao partido, que poderá, então, doá-lo ao hospital
31 de outubro de 2018
correio Brasiliense
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou, na manhã de ontem, a intenção de doar as sobras de sua campanha para a Santa Casa de Juiz de Fora (MG), hospital onde foi atendido após sofrer uma facada durante a corrida presidencial.
No entanto, segundo a Resolução nº 23.553/2017, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Bolsonaro não pode repassar o dinheiro para a instituição de saúde, e deve devolver os recursos para o partido que o elegeu.
Por meio do Twitter, o presidente eleito disse que sua campanha custou R$ 1,5 milhão, menos da metade do que foi arrecadado com doações individuais. Assim, essa sobra seria doada para a Santa Casa.
Essa doação, no entanto, não pode acontecer, pelo menos de forma direta. No artigo 53°, parágrafo 4, a Justiça Eleitoral define que as sobras financeiras que não sejam oriundas do Fundo Partidário (caso dos recursos citados pelo presidente eleito) "devem ser depositadas na conta bancária do partido político destinada à movimentação de 'outros recursos', prevista na resolução que trata das prestações de contas anuais dos partidos políticos".
A legislação não veda, porém, que o partido faça essa doação. Portanto, cabe ao PSL doar ou não o montante para a Santa Casa. Bolsonaro ainda não se manifestou a respeito da legislação eleitoral nem explicou se o partido fará a doação ou não.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.