quarta, 03 de junho, 2026
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Por que os crimes de corrupção e desvio de recursos públicos de políticos que tem mandato, levam tantos anos para serem sentenciados, pois ficam enrolados em cima de recursos e mais recursos? Na última semana saiu à lista dos políticos fichas sujas, porém não vemos o nome de alguns que estão há alguns anos usando de recursos “mágicos” para se defenderem e continuarem no poder. Outros sentenciados que aparecem já até morreram ou saíram definitivamente da vida pública.
Parece existir uma grande diferença entre crimes cometidos por políticos e crimes cometidos por cidadão comum. Por acaso eles tem constituição diferenciada? Será que esse foi o motivo pelo qual o ministro Joaquim Barbosa rasgou em público a constituição. Será que é por que ela dá muitas oportunidades para bandidos e corruptos como foi o caso da impunidade do mensalão que demorou mais de 10 anos para julgar seus integrantes? Indigna ver muitos que estão com processos em andamento, já usando de recursos para levar adiante sua situação de condenação e estão em pleno gozo do seu exercício político.
Um exemplo disso são alguns vereadores em Campo Grande cassados pela justiça eleitoral exercendo seus mandatos normalmente em cima de recursos. Será que no fim dessa Copa, não seria a oportunidade ideal para, com este ânimo de brasilidade, dar fim a esta injustiça e lutar por uma nova Constituição que fizesse valer a justiça e assim desse fim à impunidade? Os brasileiros precisam ter orgulho não só do seu futebol, mas de sua constituição, dos seus representantes, do seu judiciário e fugir da famosa frase “O Brasil não é um país sério”, popularmente atribuída a Charles de Gaulle.
O voto deve ser ato obrigatório ainda pelo fato de estarmos numa nação desiludida com a política. Há um notório sentimento popular de cansaço, de enfado, de identificação do voto como um ato inútil, que nada muda. Mesmo com as manifestações em 2013 e até este ano nos Jogos da Copa, as reivindicações são ignoradas pelas elites políticas do país. A cada eleição em Coxim, percebemos que a população está tentando recorrer a alguma esperança de mudança.
Estamos numa ditadura da corrupção em todos os níveis deste país. A frase de Abraham Lincoln é muito bem colocada atualmente para a imprensa que tem feito um papel ímpar nas denuncias e acompanhamento desses casos impunes e desprezíveis, e principalmente nesse momento de eleições no MS. “Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes”.
A resolução de tudo isso termina num silêncio completo quando se trata de punir altos escalões de nossa política. Estamos esperando as cenas dos próximos capítulos e acompanhando de camarote todas as reviravoltas e o desenrolar desses processos de cassação. Assim como nos filmes e novelas, queremos um final feliz onde o bandido sempre leva a pior!
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.