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Dilma atinge pior avaliação desde FHC

Com a piora da economia brasileira e as sucessivas denúncias de corrupção na Petrobras, a petista viu o índice de aprovação ótimo/bom despencar 19 pontos percentuais

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10 de fevereiro de 2015

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As crises nos cenários nacional e local resultaram na queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do prefeito da capital paulista, Fernando Haddad. De acordo com pesquisa divulgada neste sábado pelo Instituto Datafolha, Dilma é a principal afetada. Com a piora da economia brasileira e as sucessivas denúncias de corrupção na Petrobras, a petista viu o índice de aprovação ótimo/bom despencar 19 pontos percentuais. Já o governador tucano perdeu dez pontos, enquanto o prefeito caiu dois.
De acordo com o Datafolha, Dilma tinha 42% de avaliação ótimo/bom em dezembro. Este índice caiu para 23% agora. Sua aprovação é maior entre as pessoas com mais de 60 anos (29%) e com renda de até dois salários mínimo mensais (27%). Por outro lado, o percentual da população que considera a administração da petista ruim ou péssimo quase dobrou: em dezembro era 24%, agora chegou a 44%. Adultos entre 25 e 34 anos (46%) e os mais ricos (65%), que recebem mais de dez salários mínimos mensais, mais desaprovam a presidenta.
O índice de reprovação de Dilma é o seu recorde negativo e a pior marca que um presidente atinge desde que Fernando Henrique Cardoso obteve 46% de ruim ou péssimo em dezembro de 1999. A pesquisa revela que 77% sabiam da corrupção na Petrobras. A maior parte (52%) considera que a petista deixou que ilícitos ocorressem na estatal, enquanto 25% acreditam que não havia nada para evitar. Outros 14% entendem que ela não tinha conhecimento das irregularidades.
No último levantamento do Datafolha para governador, em outubro, Alckmin aparecia com 48% de ótimo e bom. Agora, ele tem 38%. Enquanto isso, a avaliação regular oscilou de 34% para 36% e o ruim ou péssimo escalou de 13% para 24%. Assim como Dilma, o tucano é melhor avaliado entre os eleitores mais velhos, acima de 60 anos, e entre os mais pobres. Da mesma forma que a presidenta, segundo o instituto, ele tem os piores índices entre os adultos de 25 a 34 anos e os mais ricos.
Já Haddad experimentou uma pequena oscilação para baixo no índice de ótimo/bom – de 22% para 20%. No entanto, a quantidade de paulistanos que considera sua administração regular caiu de 44% para 33%. O ruim ou péssimo teve uma subida considerável, disparando de 28% em setembro do ano passado para 44% em janeiro.

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.