quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Política
Dezessete deputados do PL, o partido de Jair Bolsonaro, não assinaram o pedido de impeachment que Carla Zambelli protocolou contra Lula, na última quinta-feira (22/2), na Câmara.
25 de fevereiro de 2024
Conteúdo MS
Dezessete deputados do PL, o partido de Jair Bolsonaro, não assinaram o pedido de impeachment que Carla Zambelli protocolou contra Lula, na última quinta-feira (22/2), na Câmara.
Rodeada por parlamentares bolsonaristas, deputada federal Carla Zambelli explica as 100 assinaturas de congressistas pedindo de impeachment do presidente Lula 1
Dezessete deputados do PL, o partido de Jair Bolsonaro, não assinaram o pedido de impeachment que Carla Zambelli protocolou contra Lula, na quinta-feira (22/2), na Câmara.
O documento aponta crime de responsabilidade na comparação que o presidente fez entre a guerra Israel na Faixa de Gaze e o Holocausto.
Entre os políticos estão o líder do PL na Câmara, Altineu Côrtes, e nomes que não são ligados ao bolsonarismo. Antonio Carlos Rodrigues, de São Paulo, foi ministro dos Transportes no segundo mandato de Dilma Rousseff e não aderiu ao impeachment. Outro que não assinou o documento foi Robinson Faria, do Rio Grande do Norte. Ele foi governador entre 2015 e 2019 e é pai de Fabio Faria, ex-ministro bolsonarista das Comunicações.
O ex-palhaço Tiririca, que está no terceiro mandato de deputado por São Paulo, também não aderiu ao impeachment.
Além deles, não assinaram o documento Henrique Júnior, do Maranhão; Icaro de Valmir, de Sergipe; João Carlos Bacelar, da Bahia; Jorge Goetten; de Santa Catarina, Luciano Vieira, do Rio de Janeiro; Luiz Carlos Motta, de São Paulo; Matheus Noronha, do Ceará; Paulo Marinho Jr, do Maranhão; Rosângela Reis, de Minas Gerais; Sonize Barbosa, do Amapá; Soraya Santos, do Rio de Janeiro; Vinicius Gurgel, do Amapá; e Wellington Roberto, da Paraíba.
A lista de Zambelli conta com 139 assinaturas. Ela declarou que apresentará um aditamento, na segunda-feira (26/2), com mais cinco nomes, entre eles o do deputado Giacobo, do PL do Paraná.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.