quinta, 04 de junho, 2026
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A alta do preço do combustível e a recente paralisação dos caminhoneiros foram discutidas pelos parlamentares da Assembleia Legislativa na manhã De ontem (24). Durante a sessão ordinária, os deputados enumeraram as consequências do movimento e propuseram reuniões para que sejam tomadas medidas a fim de reverter o quadro.
“Recebi ligações de produtores rurais afirmando que a ração dos animais está racionada a 30%, porque o alimento não está chegando. Mais de 500 mil animais estão passando fome em Ivinhema. Precisamos fazer um debate para encontramos uma solução para essa paralisação e também para o preço do combustível, principalmente do óleo diesel, que hoje se assemelha ao da gasolina. Infelizmente temos que fazer isso na dor, quando todos estão sendo afetados”, destacou o deputado Renato Câmara (PMDB). O parlamentar ainda afirmou que as medidas para a situação não devem vir somente do âmbito federal. “O problema é local e precisamos urgente de um encontro com o governo do Estado. Essa Casa vai fazer os pedidos necessários solicitando que nossas lideranças possam articular esse diálogo”, afirmou.
O deputado Enelvo Felini (PSDB) também apoiou a reunião. “Eu peço que isso aconteça, no máximo, até a próxima segunda-feira. Recebi a informação de que em Sidrolândia mais de 500 caminhões estão parados com carga viva. Os frigoríficos deixaram de abater hoje. Se até segunda não tiver uma solução, isso vai afetar também os hospitais, aeroportos, restaurantes”, enfatizou. O parlamentar afirmou que essa não é uma questão atual e relembrou os protestos de caminhoneiro em 2015.
Prejuízo para todos – Apesar das consequências da paralisação, o deputado Cabo Almi (PT) defendeu os protestos dos caminhoneiros. “O movimento é oportuno e necessário por conta da situação vivida no país por todos nós, essa falta de comando do Governo Federal. Temos que ser solidários, porque o preço do diesel também importa aos produtores rurais, não podemos continuar dividindo os setores, pois o prejuízo é para todos”, ressaltou.
O deputado Amarildo Cruz (PT) também questionou as políticas implementadas pelo governo sobre o preço do combustível. “Nos últimos dois anos, tivemos 69% de aumento dos valores. Entre 2003 e 2015, o aumento foi apenas de 28%. Essa foi uma decisão política, na época, de não repassar o valor total dos reajustes ao consumidor, mas não é o que vemos hoje. Essa paralisação vai refletir muito em todos os setores”, disse.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.