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Política

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Deputados estaduais avaliam plano de governo e decisões do presidente eleito

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16 de novembro de 2018

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Assessoria - ALMS

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Os mais recentes anúncios e o plano de governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), foram avaliados pelos deputados Pedro Kemp (PT), Barbosinha (DEM) e João Grandão (PT) durante a sessão plenária desta quarta-feira (14). Eles foram à tribuna da Casa de Leis.

Kemp qualificou como “muito preocupante” a transição de governo no “mar de incertezas” que vive hoje o brasileiro. Segundo ele, a equipe designada por Bolsonaro para iniciar as ações “vive batendo cabeça” e tem demonstrado total desconhecimento e insegurança em relação ao governo do país.

Kemp citou o imbróglio com relação ao Ministério do Meio Ambiente – fusão ou não com a pasta da Agricultura –, a mudança da embaixada brasileira em Israel, de Telaviv para Jerusalém, e as recentes declarações relacionadas à Previdência Social. “Enquanto o mundo discute medidas para proteger o meio ambiente, no Brasil isso parece ser secundário ou até terciário. Na Previdência, a proposta do presidente eleito deixa arrepiados os cabelos da cabeça dos trabalhadores. Ele propõe um sistema igual ao do Chile, que já deu errado”, disse. “Não torço para dar errado, mas hoje estamos em um barco furado”, complementou.

Barbosinha ponderou que “treino é treino e jogo e jogo” e, portanto, todos os brasileiros precisam dar “um voto de confiança” a Bolsonaro. Para o deputado, o fato do presidente eleito ter voltado atrás em relação à fusão dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente é altamente positivo. “Essa postura, de pensar algo e depois voltar atrás, é de muito bom-senso. Na verdade, o presidente precisa de um assessor de imprensa, um porta-voz que possa representá-lo, especialmente para esses assuntos mais polêmicos", disse.

O parlamentar reiterou que Bolsonaro e equipe receberão o “legado deixado” pelos governos passados e que medidas já anunciadas, como a redução de 30% no número de comissionados entre os servidores públicos federais, demonstram aspectos promissores da nova gestão. “Nosso país vive uma crise sem precedentes, com mais de 13 milhões de pessoas desempregadas. Vamos aguardar mais um pouco e torcer pelo melhor”, afirmou Barbosinha.

Para Grandão, antes de qualquer anúncio a equipe de Bolsonaro deve se inteirar melhor das informações pertinentes, se referindo à fusão de ministérios. Ele também demonstrou preocupação com relação à atenção que será dada aos temas da agricultura familiar. “Temos todos que fazer uma reflexão. A equipe do presidente deve pesquisar melhor antes de qualquer decisão. Além disso, eu espero que tenhamos boas notícias porque, até o momento, eu não vi nada relacionado à agricultura familiar, que é responsável por 85% dos alimentos que todos nós consumimos”.

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.