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Política

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Deputados dizem ser favoráveis ao fim das coligações proporcionais

Os deputados estaduais disseram ser favoráveis ao fim das coligações proporcionais, que está na pauta da Câmara Federal, para ser votada hoje (05), dentro do projeto da reforma política. Eles alegam que esta mudança fortalece os partidos, que terão que se estruturar para eleição.

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5 de setembro de 2017

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Campo Grande News

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Os deputados estaduais disseram ser favoráveis ao fim das coligações proporcionais, que está na pauta da Câmara Federal, para ser votada hoje (05), dentro do projeto da reforma política. Eles alegam que esta mudança fortalece os partidos, que terão que se estruturar para eleição.

"Só vão ficar aqueles partidos que tem estrutura e estão preparados para eleição, assim poderemos inclusive diminuir o número de siglas, deixando o processo mais transparente para a população e cada um terá que se preparar para os pleitos", disse o deputado Eduardo Rocha (PMDB).

Para George Takimoto (PDT), o fim das coligações vai fazer que haja esta busca de votos por seus candidatos e não aproveitar a boa votação de outras legendas, que estão dentro da sua coligação. "Quem se organizar melhor vai continuar elegendo, já os que não se prepararem serão eliminados".

Já Lídio Lopes (PEN) disse que com esta mudança, os partidos vão se planejar para esta chapa pura, sem utilizar a votação de outras legendas, para buscar força política. Ele no entanto, acredita que a questão não vai ser aprovada a tempo. "Não vai existir tempo hábil, pois além de ter um acordo na Câmara, precisam aprovar no Senado, antes do começo de outubro".

Rinaldo Modesto (PSDB) mencionou que muitos partidos apenas "negociam espaço" durante a eleição, sem até a busca pro eleger candidatos. "Vai fortalecer os partidos que já tem consistência, e assim diminuir o número de agremiações, será importante para os eleitores e campanhas", avaliou o tucano.

Para Amarildo Cruz (PT) a aprovação do fim das coligações (proporcionais) precisa vir com outras mudanças, como o financiamento público de campanha e distrital puro. "Se não for mudanças abrangentes, só esta alteração não muda muito o quadro eleitoral e todo o sistema política, que precisa da devida revisão".

Os deputados federais e senadores precisam aprovar a reforma política até o começo de outubro, um ano antes da eleição, para poder valar para o pleito de 2018. As propostas também precisam do apoio de 3/5 dos votos, o que significa 308 deputados e 49 senadores

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.