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Deputados dizem que dinheiro da JBS chegou via Nelsinho e Simone

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25 de maio de 2017

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Midia Max

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Na sessão de ontem (24), os deputados estaduais que receberam doações do Grupo JBS nas eleições de 2014 se defenderam, e pontuaram que não pediram dinheiro à empresa, apontando ainda como responsáveis pelos repasses os então candidatos Nelsinho Trad (ex-PMDB, hoje no PTB) e a senadora Simone Tebet (PMDB).

O deputado Marcio Fernandes (PMDB) levou cópias dos cheques recebidos do então candidato ao governo do Estado e da então candidata ao Senado, que somaram R$ 52 mil.

“Como vou saber de onde legalmente veio se é oficial? O cheque é dela (Simone) e do Nelsinho. Não tem JBS na doação. Nunca fui pedir da JBS, e também não era ilegal, qualquer empresa podia doar”, defendeu-se Fernandes.

Também recebedor de R$ 52 mil em 2014 oriundo da JBS, o deputado Eduardo Rocha, líder do PMDB na Assembleia e marido de Simone, alega que foi o próprio partido quem fez a distribuição do recurso.

“Isso é um desgaste para todo mundo. A delação deles foi orquestrada para ganhar dinheiro e tudo para eles era propina”, disparou o peemedebista.

Segundo Lídio Lopes (PEN), que também recebeu R$ 52 mil, o dinheiro não vinha identificado que era da JBS, apesar do sistema de prestação de contas do TSE especificar todas as receitas dos candidatos.

O deputado Maurício Picarelli, eleito pelo PMDB, mas hoje no PSDB, afirmou que os colegas ‘não são criminosos’, enquanto sua colega Antonieta Amorim (PMDB), chegou a sugerir que os parlamentares processem a empresa pelas afirmações de que as doações eram propinas. A peemedebista foi agraciada com recebeu R$ 102 mil de recursos oriundos da JBS.

Para Beto Pereira, eleito pelo PDT e hoje também no PSDB, a proibição de doação de empresas a campanhas eleitorais vai sanar questões de acusação de propinas, como as delatadas pelos irmãos Wesley e Joesley Batista.

Nelsinho e Simone foram procurados pela reportagem, mas não foram encontrados até a publicação da matéria. 

 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.