quinta, 04 de junho, 2026
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As nomeações de comissionados no TCE (Tribunal de Contas do Estado) já foram alvos de denúncias e investigações. Na sessão desta quarta-feira (17) da Assembleia Legislativa, a Corte recebeu uma nota de repúdio pela não convocação de efetivos.
A nota, apresentada pelo deputado estadual Marquinhos Trad (PMDB), lembra que existem 234 cidadãos aprovados na seleção aberta pelo TCE em 2013 e que até hoje não foram convocados.
De acordo com o parlamentar, recentemente os aprovados ganharam recentemente na justiça o direito à convocação e nomeação no Tribunal, o que ainda não aconteceu.
A titulo de comparação, Marquinhos revelou que no TCU (Tribunal de Contas da União) existem 2.687 cargos efetivos abertos, dos quais, 2.547 estão preenchidos por servidores efetivos, devidamente aprovados em concurso, e apenas 28 comissionados.
Já no TCE existem 593 cargos, sendo que 317 ocupado por efetivos, o que resultaria na existência de 276 vagas, número maior do que a quantidade de aprovados à espera de convocação. Todavia, há 266 comissionados lotados na Corte Estadual.
Segundo Marquinhos, entre os comissionados ‘há pessoas que foram reprovadas no concurso’, mas que permanecem trabalhando no Tribunal por terem ‘padrinhos’. O deputado alega que as constantes nomeações no TCE contradizem a justificativa de falta de espaço físico e orçamento para convocação dos aprovados no concurso.
“A partir do momento que a sociedade entender que nós somos motorista e o estado o carro, vamos levá-lo no caminho que queremos. Enquanto o Estado for motorista e nós o carro, vão continuar levando a gente para o buraco”, finalizou o parlamentar.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.