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Política

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Deputado critica ação da PF e fala em revide por causa de impeachment

O deputado levantou a possibilidade de um direcionamento para revide por conta do pedido de impeachment.

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16 de dezembro de 2015

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O deputado federal Geraldo Resende (PMDB) criticou a Operação da Polícia Federal, denominada Catilinárias, que faz busca e apreensão na casa do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) e de ministros do PMDB que são ligados a ele.
Geraldo, que pertence ao grupo a favor do impeachment, criticou a atuação da Polícia Federal e cobrou operações envolvendo outros partidos. “Muito estranho fazer busca só no PMDB. Me parece que está focando integrantes de um só partido. Porque não busca na casa de todos envolvidos na Lava Jato”, questionou.
Diante da indagação, o deputado levantou a possibilidade de um direcionamento para revide por conta do pedido de impeachment. “ Será que é por causa do impeachment? Será mais uma cortina de fumaça para tentar encobrir vários rombos e mas notícias do Governo Federal?
O deputado participará de uma reunião agora com integrantes do PMDB que são a favor do impeachment e com deputados da oposição, que também querem a saída de Dilma Rousseff (PT), para decidir o que fazer.
A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na residência oficial da presidência da Câmara e na casa de Cunha no Rio de Janeiro, na operação batizada de Catilinárias. Segundo a Polícia Federal, foram expedidos 53 mandados de busca e apreensão referentes a sete processos da Lava Jato. As operações tem como objetivo evitar a destruição de provas, com intuito de atrapalhar as investigações. O senador Delcídio do Amaral (PT), por exemplo, foi preso por suposta tentativa de facilitar a fuga do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.
A polícia também cumpriu mandado de busca e apreensão nos endereços dos deputados federais Aníbal Gomes (PMDB-CE), Eduardo da Fonte (PP-PE) e Aureo (SD-RJ); dos ministros Celso Pansera (PMDB-RJ), de Ciência e Tecnologia, e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), do Turismo. (Midiamax)

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

 

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.