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Delegados da Lava Jato assumem cúpula da Polícia Federal em MS

Novo superintendente também atuou na Lava Jato

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8 de fevereiro de 2018

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Midia Max

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Nomeado em 31 de janeiro, o novo superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, Luciano Flores, não tomou posse ainda mas já atua e reorganizou o que é considerado o ‘alto escalão’ da instituição no Estado. Foi nomeado nesta quarta-feira (7) Luciano Menin, delegado que atuou na Lava Jato em Curitiba, para o cargo de Delegado Regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado.
A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União pelo diretor-geral substituto Sandro Torres Avelar.
Cleo Matusiak Mazzotti, que ocupava a função, foi designado para Delegado Regional Executivo, que atuará junto ao novo chefe, com Luciano Menin. Atualmente, Mazzotii atua como interino, já que Flores ainda não tomou posse. Para isso, ele tem até 30 dias após a nomeação.
A nomeação do superintendente, que dependia apenas do aval do Ministério da Justiça, foi realizada um dia após o Jornal Midiamax noticiar que Flores seria chefe do órgão em Mato Grosso do Sul. 

Lava Jato 
em MS
O novo chefe da investigação contra o crime organizado já atuou por duas vezes na Operação Lava Jato, uma delas em força-tarefa, e estava ligado à delegacia de Marília desde 2000, com atuação no combate ao tráfico de drogas e na Operação Miragem, que lacrou rádios sem registro da cidade.
Flores, o superintendente, também foi integrante da força-tarefa responsável pela Lava Jato, e teve repercussão nacional em março de 2016, quando interrogou o ex-presidente Lula, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
Na Miragem, Menin instaurou inquérito que provocou ordens de prisão e buscas na prefeitura de Marília, residências e escritórios políticos do deputado estadual Abelardo Camarinha e seu filho, Vinícius Camarinha, que era prefeito da cidade na época. O deputado pediu à Justiça Federal para afastar o delegado da operação, alegando perseguição, inimizade, parcialidade e interesse pessoal na investigação conduzida pelo delegado, porém o pedido foi negado.
Cleo Mazzotti, que interinamente atua como Superintendente da instituição, até a posse de Luciano Flores, atuou na Operação Lama Asfáltica em Mato Grosso do Sul, que culminou com as prisões do então secretário executivo do Ministério dos Transportes Edson Giroto e do ex-governador André Puccinelli, além de investigar na ação diversos empresários e políticos do Estado.

 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.