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Política

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Das 79 cidades, apenas 5 têm mulheres eleitas prefeitas em MS

Duas delas permanecem no cargo após reeleição

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17 de novembro de 2020

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Midiamax

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Apenas cinco. Este é o número de mulheres eleitas em 2020 para o comando de prefeituras em Mato Grosso do Sul nos próximos quatro anos. O número representa aproximadamente apenas 6,3% do total eleito, considerando os 79 municípios do Estado.
O número é pouco expressivo e revela que ainda há grandes discrepâncias na representatividade feminina nos poderes, mesmo com mulheres sendo a maioria do eleitorado. Isso se revela até mesmo no número de candidaturas: apenas 30 destas 79 cidades lançaram mulheres ao cargo máximo do Executivo Municipal Executivo Municipal.
No maior colégio eleitoral do Estado, Campo Grande, por exemplo, só teve duas candidatas a Prefeita. Na Câmara dos Vereadores, apenas duas mulheres foram eleitas entre os 29 cargos eletivo: Camila Jara (PT) e Dharleng Campos (MDB) e Coxim entre os 13 cargos eletivo, apenas duas mulheres foram eleita, Adriana Nabhan e Marly Nogueira.
E a estatística poderia ser ainda menor. Isso porque a decisão de indicar uma das vencedoras ocorreu de última hora, por assim dizer: apenas no sábado (14) foi de conhecimento dos eleitores o nome da cirurgiã-dentista Rhaiza Matos (PSDB), prefeita eleita de Naviraí com 36,49% dos votos. Ela substituiu o pai, o deputado federal Onevan de Matos, que faleceu na última quinta-feira (12), às vésperas das eleições.
Além de Rhaiza, Cleidiane Areco Matzembacher, a Dra. Clediane, também integra o “time das cinco”. Ela foi eleita prefeita de Jardim (PSD), em Corguinho, o paço municipal também terá comando feminino. A política mais experiente do grupo, Ilda Machado (PSD), conquistou 60,18% de Fátima do Sul, para completar a lista, está Gerolina Alves (PSD), prefeita eleita de Água Clara com 42,25% dos votos. 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.