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Comentários homofóbicos vazados na Coffee Break causam barraco na Câmara

Vereadores tentaram pedido de desculpas

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15 de julho de 2016

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Presidente da Câmara, o vereador João Rocha (PSDB) iniciou a sessão desta quinta-feira (14) com um pedido de desculpas ao ex-vereador Valdir Gomes (PP), que não foi aceito. O diretor licenciado do CCI (Centro de Convivência de Idosos), que estava acompanhado de dezenas de idosos do Centro, se exaltou durante a sessão e afirmou que vai manter a denúncia de quebra de decoro aos parlamentares envolvidos.

João Rocha afirmou que os comentários feitos eram em tom de brincadeira e que a vida de alguns parlamentares acabou devastada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul com a exposição de conversas de foro íntimo.

“Coisas que não têm nada a ver com a investigação foram divulgadas. O Valdir é ex-vereador, servidor público e eu entendo e comuno o sentimento. Não houve conduta de má fé na nossa manifestação”. Após o discurso, o vereador foi vaiado.

Paulo Siufi (PMDB) também usou a palavra para defender os colegas. “Não entendo porque o Ministério Público colocou no âmbito das investigações essas conversas, fotos de familiares, pacientes, está tudo anexado ao inquérito. Essa investigação do Gaeco é mentirosa e enfadonha, não apresenta nenhuma prova”.

Luiza Ribeiro (PPS) elogiou Valdir Gomes e disse entender que os vereadores estavam em um momento de descontração em casa e também pediu desculpa pelos vereadores pelas ofensas. Os outros vereadores que participaram da conversa no WhatsApp não se pronunciaram.

O caso

Valdir disse não aceitar as desculpas dos vereadores, que ofenderam a ele e a sua família. "O que eu faço dentre quatro paredes é problema meu, não assunto de vocês". 

Na troca de mensagens pelo WhatsApp, vazada nos autos da Operação Coffee Break entregue ao Tribunal de Justiça, os vereadores Airton Saraiva (DEM), Carlão (PSB) e Herculano Borges (SD), ironizam contratação de Valdir para assumir a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), em 2015.

A nomeação foi feita quando Gilmar Olarte estava no comando da Prefeitura, e pelo tom das conversas, os parlamentares desmereciam a contratação de Valdir Gomes pela sua opção sexual. O vereador cassado Delei Pinheiro também participa dos comentários homofóbicos.

Assista abaixo:

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.