quinta, 04 de junho, 2026
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Com salário de R$ 4 mil a R$ 10 mil, seis servidores foram demitidos pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB). A lista publicada no Diário Oficial do Estado de ontem tem investigadores da Polícia Civil flagrado com cocaína e denunciado por extorsão de sacoleiros; além de perito médico legista que se recusou a fazer exame de corpo de delito. Demitido na segunda-feira (22), Gedeão de Souza, investigador da Polícia Civil, tem remuneração fixa de R$ 10.369. A pena de demissão é relativa a processo administrativo aberto em 2013, por desobedecer a Lei Orgânica da Polícia Civil. Ele foi afastado do cargo em 2017.
O governo também aplicou pena de demissão ao investigador Jonas Ricardo Silva da Cruz, que aparece no Portal da Transparência com salário de R$ 4.627. Ele foi preso em maio de 2017, na BR-262, em Água Clara, com 45 quilos de cocaína.
O policial acabou flagrado por detalhes que chamaram a atenção da equipe da PRF (Polícia Rodoviária Federal) na Kia Sportage que dirigia: para-choque e painel frontal adulterados. A droga estava escondida em um fundo falso do porta-luvas.
Na lista de demitido, também está o investigador Edson Pereira Coelho, acusado de extorsão a sacoleiros, em Corumbá. A ação civil por improbidade administrativa está pronta para sentença na Justiça desde 14 de março. No Portal da Transparência, ele aparece com remuneração de R$ 9,4 mil.
A penalidade de demissão ainda foi aplicada ao perito médico legista Mário Eduardo Rocha da Silva. Em 2015, ele se recusou a fazer exame de corpo de delito em um homem espancado. Mário Eduardo não aparece no Portal da Transparência do Governo.
O governo ainda demitiu a investigadora Cleiciane Pereira Carvalho (remuneração de R$ 7.598) e a escrivã Rosely Maria de Almeida (remuneração de R$ 9.488)
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.