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Política

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Cerco ao Gisa mostra que CPI não acabou em pizza, diz deputado

Presidente da comissão entende que os responsáveis devem ser processados criminalmente

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20 de janeiro de 2015

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Quando começaram os trabalhos, a intenção era aprofundar as investigações sobre o esquema que ficou conhecido como ‘máfia do câncer’, mas a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Saúde, da Assembleia Legislativa, acabou ficando marcada pelo surgimento das denúncias de irregularidades com o Gisa, (Gerenciamento de Informações Integradas de Saúde) que custou caro, mas nunca funcionou. Agora, o então presidente da comissão entende que os responsáveis devem ser processados criminalmente.
“O MPF (Ministério Público Federal) abriu procedimento e deve pedir indiciamento, inclusive. A irregularidade está mais do que constatada. Se ela não existisse, não tinha porque desfazer o contrato e pedir o dinheiro de volta. Agora é saber onde esse dinheiro foi, porque o sistema não foi implantado. É por isso que o MPF continua a investigação”, afirmou o deputado Amarildo Cruz (PT), que presidiu os trabalhos da comissão.
Criou-se uma cultura no país de que CPI acaba em pizza, e isso (rescisão do convênio) é uma prova concreta de que essa CPI não acabou em pizza. O parlamentar frisou que a decisão de rescindir o convênio com a Prefeitura foi tomada com base no relatório feito pela CGU (Controladoria-Geral da União), que por sua vez, ainda conforme o parlamentar, se baseou na conclusão dos trabalhos da CPI, finalizado em dezembro de 2013.
O MPF limitou-se a afirmar, por meio de sua assessoria, que há de fato um procedimento aberto para investigar as possíveis irregularidades no contrato da Prefeitura de Campo Grande com o consórcio Telemidia Technology para elaboração do Gisa, e que o relatório da CGU compõe os autos do processo, que ainda não foi concluído. Também não há prazo para o fim dos trabalhos.
Amarildo revelou também que recebeu do superintendente da Polícia Federal no Estado, Edgar Marcon, a informação de que o órgão aguardava o fim das investigações do MPF e CGU para tomar as providências cabíveis. O deputado petista afirma ainda que a devolução do dinheiro à União estava previsto no convênio firmado entre as partes.

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.