quarta, 03 de junho, 2026
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A vereadora Luíza Ribeiro questionou a respeito do contrato com o escritório de advocacia que defendeu a Câmara Municipal de Campo Grande durante o processo da Cassação do ex- prefeito Alcides Bernal. Segundo ela, inicialmente houve uma restrição dessa informação, porém como se trata de um recurso público ela exigiu explicações e foi surpreendida dias após requerer o contrato, a publicação no portal da transparência.
O que chamou atenção da vereadora é que a Câmara informou ter contratado o serviço, por apenas R$ 1,5 mil. “Os serviços de um escritório de advocacia de Brasília (DF) especializado em atuar nas mais altas cortes de Justiça do País, localizado à uma quadra do STJ (Superior Tribunal de Justiça) na capital brasileira não confere com esse valor”, questiona a vereadora.
“É no mínimo muito estranho um contrato com um escritório desta magnitude ter este custo. Isso não é valor nem de um divórcio. Quero saber quem pagou esse advogado e qual o interesse dessa pessoa, pois esse valor não condiz com a tabela da Ordem dos Advogados do Brasil”, diz a vereadora.
Conforme o portal, o acordo foi firmado em fevereiro com Gabriel Portella Fagundes Neto, para acompanhar no STJ (Superior Tribunal de Justiça), especificamente, um pedido de suspensão de liminar envolvendo o processo de cassação do ex-prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal. A decisão foi favorável à Câmara, na ocasião, que permitiu as continuidades do processo que tirou Bernal do cargo, em 12 de março. Desde então, a vereadora diz tentar, junto ao Legislativo, detalhes sobre a contratação de Fagundes Neto.
Conforme informações da vereadora em entrevista exclusiva a este jornal, a contratação do advogado foi feita sem licitação, mas como se trata de recurso público, ela quer o esclarecimento completo sobre esse caso. “A vereadora Thaís Helena também está me apoiando, queremos a verdade. Isso está me cheirando contrato de fachada. Espero que deva haver um erro na hora da publicação. Quero conferir o empenho e o pagamento desse contrato”.
Nota: Vendo a Tabela da OAB-MS, conferimos que o menor valor previsto para serviços advocatícios é de R$1250 reais para substituição processual. Em fim, um caso de tamanha repercussão na política e no judiciário por esse custo deve ter sem dúvida necessidade de investigação. Talvez seja em um país com tantas bolsas benefícios, o escritório deve ter encarado o caso como assistencialismo.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.