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Carlos Marun recua de indiciamento de Janot em CPI

Relator, que assumirá a articulação política do governo Temer, manteve as solicitações nos casos de Marcello Miller, irmãos Batista e Ricardo Saud

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14 de dezembro de 2017

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O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS), relator da CPMI da JBS, voltou atrás e desistiu de pedir o indiciamento do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e seu ex-chefe de gabinete, Eduardo Pelella. Marun, que já está definido para ser o próximo articulador político do presidente Michel Temer (PMDB), havia apresentado seu relatório pedindo que os dois procuradores fossem processados.
“Eles agiram com açodamento e não quero me equiparar àqueles que eu critico”, disse o parlamentar, durante sessão da CPMI na manhã desta quarta-feira, ao justificar a decisão de substituir o indiciamento por um pedido de “investigação profunda” ao Ministério Público Federal (MPF). O deputado também retirou do relatório final o projeto de lei do deputado Wadih Damous (PT-RJ), que proibia que o MPF celebrasse acordos de delação premiada com investigados presos. O relatório continuará fazendo menções à proposta, mas, em vez de incorporá-la, apenas recomenda que a Câmara aprecie a proposta. No que diz respeito ao ex-procurador Marcello Miller, aos empresários Joesley Batista e Wesley Batista e ao executivo da JBS Ricardo Saud, Carlos Marun manteve os pedidos de indiciamento.
O deputado do PMDB havia atribuído ao ex-procurador-geral da República os crimes de abuso de autoridade, prevaricação, incitação à subversão e calúnia ou difamação do presidente Michel Temer. O futuro secretário de governo de Temer concluiu que as acusações foram baseadas em provas frágeis e “inidôneas” produzidas pelos irmãos Batista em troca de um acordo de delação premiada.
Para o relator, Janot fundamentou sua ação apenas com a gravação de uma conversa entre Temer e Joesley fora da agenda oficial no Palácio do Jaburu. Carlos Marun foi anunciado no último sábado como novo ministro da Secretaria de Governo pelo presidente Temer em substituição a Antonio Imbassahy (PSDB). A posse foi adiada para quinta-feira justamente para que o deputado pudesse defender, na CPI, seu relatório. 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.