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Política
O progressista passou a ser investigado após se tornar réu em processo que tramita no Tribunal de Justiça, referente a Operação ADNA, deflagrada pelo Ministério Público Estadual, por meio do Gaeco, em 2014
13 de novembro de 2015
A CCJR (Comissão Permanente de Legislação, Justiça e Redação Final) da Câmara Municipal decidiu pelo arquivamento da Comissão Processante que tinha objetivo de investigar a quebra de decoro do prefeito afastado Gilmar Olarte.
O progressista passou a ser investigado após se tornar réu em processo que tramita no Tribunal de Justiça, referente a Operação ADNA, deflagrada pelo Ministério Público Estadual, por meio do Gaeco, em 2014.
A análise ocorreu após o atual presidente da Casa de Leis, Flávio César, do PT do B, pedir aos membros da Comissão Permanente para que analisassem o parecer e decidissem pelo arquivamento, alegando que, a Câmara Municipal era extremamente regimentalista e que não haveria a possibilidade de prorrogar a Processante, que tinha prazo de 90 dias para ser encerrada.
Os vereadores Airton Saraiva (DEM), Otávio Trad (PTdoB), Vanderlei Cabeludo (PMDB), Carlos Augusto, o Carlão (PSB) e Herculano Borges (SDD), representando o vereador Alex do PT, decidiram pelo arquivamento, antes mesmo que a sessão que iria ocorrer para análise do processo fosse aberta.
“Devido ao parecer da procuradoria, da própria autora do processo, não sabendo que não há mais prazo para a Processante decidimos pelo arquivamento do processo”, comentou o parlamentar que teve cinco votos a zero.
Segundo Flávio César, apesar da Processante ter sido arquivada, isso não significa que Olarte foi totalmente beneficiado. “Se caso ele retornar a prefeitura, esta Comissão Processante poderá ser reaberta e o objeto poderá ser julgado”, finalizou.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.