quinta, 04 de junho, 2026
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O aumento nas contas de energia elétrica do contribuinte da Capital, e os cerca de R$ 61 milhões arrecadados em 2015 com a Cosip (Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública), levaram a Câmara Municipal a criar uma comissão para acompanhar o tema.
No Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) desta terça-feira (19), o presidente do legislativo municipal, vereador João Rocha (PSDB), promulgou a criação da "Comissão Especial para acompanhamento de assuntos relativos ao aumento na cobrança de tarifa de energia elétrica, aos postos de serviços, à Cosip e outros no município de Campo Grande".
De acordo com a publicação, a comissão será composta por Chiquinho Telles (PSD), Engenheiro Edson (PTB), Mario Cesar (PMDB), Carlão (PSB) e Eduardo Romero (Rede), e terá prazo de dois meses (prorrogável por mais 60 dias) para apresentar um relatório dos trabalhos.
“A população está cada dia mais preocupada com o aumento das tarifas de energia e reclamam do valor cobrado pelo serviço, que em 2016 sofreu o reajuste nas 970 mil unidades no estado, autorizado pela Aneel”, disse Chiquinho.
A concessionária de energia elétrica revelou aumento médio de 7,19%. O reajuste passou a valer no último dia 8 de abril, e os chamados "consumidores de baixa tensão", residenciais, tiveram um acréscimo na conta de luz de 7,40%, enquanto os ‘consumidores de alta e média tensão’, indústrias, por exemplo, vão pagar 6,75% a mais na tarifa.
“Arrecada-se R$ 61 milhões e as ruas estão às escuras? É preciso rever a atualização dos contratos das empresas terceirizadas responsáveis pelo serviço de manutenção do sistema de iluminação pública, a população sofre no escuro e com insegurança”, explicou Chiquinho ao propor a comissão.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.