quinta, 04 de junho, 2026
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Política
Segundo Flávio César, a decisão de instituir a comissão foi tomada com base em parecer da procuradoria jurídica da casa, acerca de pedido de providências sobre os oito vereadores investigados
9 de setembro de 2015
Midiamax
O vereador João Rocha (PSDB) foi escolhido presidente da Comissão Permanente de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Campo Grande que, como primeiro caso, deverá decidir em relação a nove vereadores investigados na Operação Coffee Break, sobre suposto esquema de corrupção para cassar o prefeito, Alcides Bernal (PP). O colegiado deve ser oficializado amanhã (9).
A instituição da Comissão Permanente de Ética foi anunciada pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Flávio César (PTdoB), em entrevista coletiva na manhã de ontem (8). Além do tucano, os demais membros são Chiquinho Telles (PSD), como vice-presidente, Vanderlei Cabeludo (PMDB), Herculano Borges (SD) e Ayrton Araújo (PT).
Segundo Flávio César, a decisão de instituir a comissão foi tomada com base em parecer da procuradoria jurídica da casa, acerca de pedido de providências sobre os oito vereadores investigados – sem contar outros três, que junto com os demais tiveram os celulares apreendidos, e do ex-presidente, afastado do cargo no fim do mês passado.
O presidente explicou que a composição da Comissão Permanente de Ética era prevista em decreto de 2003, mas nunca foi instituída por não constar no regimento interno da casa. A primeira reunião de trabalho do colegiado deve ocorrer após a publicação de sua criação no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), o que está previsto para ocorrer amanhã.
Uma das medidas será coletar informações sobre o caso investigado e analisar, por exemplo, a possibilidade de convocar os investigados da Coffee Break. A Comissão de Ética pode opinar pelo afastamento dos vereadores.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.