quinta, 04 de junho, 2026
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Os registros eleitorais revelam muitas coisas, principalmente os interesses nos cargos eletivos. Prova disso são os inúmeros candidatos à cadeira da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul. No total, foram 396 registros para deputados estaduais conforme lista divulgada pelo Tribunal Regional Eleitoral.
É impossível não olhar desconfiadamente para esses números e concluir que são advindos do interesse de gozar dos privilégios desse poder que compassivamente subsidia e dá ajudas de custos dignas de inveja. A remuneração dessa “viúva” para um deputado hoje gira em torno de R$20 mil reais, fora as verbas adicionais que de acordo com denuncia que está em plena investigação, chega a um total de quase R$100 mil reais mensais.
Os salários extras são pagos atualmente aos deputados do Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
Dos 24 parlamentares sul-mato-grossenses alguns são candidatos à reeleição e se obtiverem êxito, continuarão na barra da saia, sem dar oportunidade para novos nomes com sede de trabalhar pelo Estado, principalmente pelo interior. Como já dissemos em muitas outras matérias assinadas por nossa redação, o povo quer renovação nesse quadro de maneira ampla, geral e irrestrita.
Será que esses interessados na reeleição possuem uma ideologia política? Será que possuem projetos para nosso Estado a ponto de merecerem se eternizar na vida pública? Será que podem prestar contas a nós sobre o que de fato já fez nesses anos? Será que o que fizeram é compatível com o salário que ganham?
No mercado aqui fora se nós, trabalhadores não produzimos somos lançados fora do mercado de trabalho. E na Assembléia? Será que é preciso só o apoio político? Em nossa idéia achamos que deveria esses seis por uma questão de justiça, dar chance aos novos que desejam trabalhar. “Renovar é preciso para que o viver seja possível”.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.