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Brasil precisa de “mãos limpas” na política para crescer, diz jornal

Política

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30 de maio de 2017

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O jornal britânico Financial Times publicou editorial neste domingo dizendo que o país precisa de “mãos limpas” na política para implementar as reformas necessárias para retomar o crescimento econômico. No texto, o jornal afirma que nunca se acreditou que o presidente Michel Temer fosse santo, mas esperava-se que ele tivesse mais competência que Dilma Rousseff na condução da economia.

“Mesmo que seu governo não fosse menos corrupto que o de Rousseff, era mais competente e desfrutava de apoio no Congresso”, diz o Financial Times.

O jornal considera que a posição de Temer é menos frágil que de Dilma Rousseff e que as provas apresentadas contra ele não são conclusivas. No entanto, o jornal afirma que o presidente está perdendo apoio rapidamente e a que coalizão que o sustenta ainda não se desfez por falta de substitutos claros para o lugar de Temer. “Rousseff pelo menos tinha um vice-presidente ávido por ocupar seu lugar”, diz o editorial.

Na avaliação do jornal, os mercados ainda não mudaram suas apostas e o ambiente econômico é de relativa calma. A expectativa dos investidores é de que, quem quer que seja o sucessor, ele “não terá escolha” a não ser seguir com as reformas. Outro fator de estabilidade no momento é que país não está à beira de nenhuma crise fiscal, diz o Financial Times.

Mas a remoção de dois presidentes em dois anos seria “notável”, e a percepção da população é que os governantes estão mais preocupados em escapar das grades que governar, o que é preocupante. “Isso é um caminho perigoso que pode dar abertura para oportunistas e populistas em 2018. Qualquer calma nos mercados pode ser breve”, avalia.

 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.