quinta, 04 de junho, 2026
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O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) escolheu a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) como ministra da Agricultura do governo que se iniciará em 1º de janeiro. O nome de Tereza, a primeira mulher confirmada no primeiro escalão da equipe ministerial de Bolsonaro, foi indicado pela Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), da qual a deputada é presidente.
Como vem fazendo a cada nova escolha à Esplanada dos Ministérios, o pesselista divulgou a informação por meio de sua conta no Twitter.
A deputada é o quinto nome confirmado na Esplanada dos Ministérios do governo Jair Bolsonaro. Já haviam sido anunciados os nomes de Paulo Guedes (Economia), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Sergio Moro (Justiça) e do general Augusto Heleno, que inicialmente era cotado para a pasta da Defesa mas informou na quarta-feira, 7, que ocupará o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).
A escolha da deputada também mostra que Bolsonaro abriu mão de indicar à pasta um de seus mais próximos aliados durante a campanha eleitoral, o produtor rural Luiz Antônio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista (UDR).
Reeleita neste ano para seu segundo mandato na Câmara com 75.068 votos, quarta maior votação para deputado em Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina chegou a ser cogitada como candidata a vice-presidente na chapa Geraldo Alckmin (PSDB) quando seu partido, o DEM, declarou apoio ao tucano. Ela se filiou à legenda em dezembro de 2017, após deixar o PSB.
Tereza foi presidente da Comissão Especial da Câmara que analisou o Projeto de Lei 6.299/2002, que muda a legislação brasileira sobre os agrotóxicos. O colegiado presidido pela futura ministra da Agricultura aprovou o relatório do deputado Luiz Nishimori (PR-PR) que prevê, por exemplo, a mudança do termo “agrotóxicos” para “pesticidas”, alteração que deve facilitar o registro de produtos compostos por substâncias consideradas cancerígenas por órgãos reguladores.
Tereza Cristina também foi secretária de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo de Mato Grosso do Sul entre 2007 e 2014, nos governos de André Puccinelli (MDB), ex-governador que está preso desde julho na Operação Lama Asfáltica, que apura um esquema de corrupção em contratos do estado.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.