quinta, 04 de junho, 2026
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A queda na arrecadação é um dos fatores que obrigam o Estado a avaliar o reajuste de 25% dos professores da rede estadual de ensino, afirma o governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Ele argumenta que a receita de janeiro de 2015 está 8% menor comparado ao mesmo período do ano passado.
O governo estadual e a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) mantêm negociação desde a semana passada.
Enquanto a entidade reafirma que exige o cumprimento do índice de 25%, Azambuja ressalta dificuldades em concedê-lo, em virtude da situação deixada pelo antecessor André Puccinelli (PMDB). Disse, ainda, reconhecer aumento salarial, não só para a categoria dos professores, mas que antes precisa analisar as contas do governo.
Somado à queda na receita, Azambuja cita arrecadação menor do ICMS e FPE. O governador voltou a criticar Puccinelli, por ter determinado diversas questões, como o reajuste dos profissionais em educação, para começar a valer a partir de 2015. “Como se fosse o início de um novo estado, mas não, é uma sequência”, afirmou ao dizer que a gestão anterior não cumpriu sequer o pagamento de um terço da hora atividade. “Deixou tudo para este ano”.
Entidade e governo voltam a se reunir na próxima segunda-feira (26), quando o Estado deve apresentar proposta oficial à categoria. O presidente da entidade afirma que as negociações avançaram e as conversas estão no mesmo sentido, mas não deu detalhes da reunião, que aconteceu ontem (22).
O índice de 25% refere-se à soma de 13% de aumento garantido por ano com o percentual que representa um quarto do piso nacional para 20 horas. A entidade quer o reajuste integral, mas o governo sinalizou, anteriormente, parcelamento dos 13%, em duas vezes.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.