quinta, 04 de junho, 2026
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O governador Reinaldo Azambuja e a vice-governadora e secretária de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), Rose Modesto, entregam hoje (2), uma obra histórica para Mato Grosso do Sul. Trata-se da primeira Escola de Assistência Social do Brasil, a Escola do Sistema Único de Assistência Social (Suas/MS) Mariluce Bittar. Com sede em Campo Grande, o projeto foi realizado com recursos do Governo do Estado e será centro de referência para todo o País. A inauguração será realizada na rua André Pace, 630, bairro Guanandi.
A meta é atender 1.611 mil pessoas, em 8 cursos, neste ano. “Na inauguração, vamos receber autoridades da área da Assistência Social de todo o Brasil que vem para o evento para entender o funcionamento da escola e levar para seus respectivos estados a experiência”, disse Rose Modesto. “O objetivo maior é levar para a população serviço de excelência nos Cras (Centro de Referência de Assistência Social), Creas (Centro de Referência Especializada de Assistência Social) e entidades conveniadas a partir de capacitações efetivas que passarão a ser realizadas no novo espaço. Antes, elas aconteciam em locais dispersos; o estado gastava com locação e não havia um centro de referência para cursos periódicos”.
Foram investidos nesta obra R$ 3 milhões. A escola comporta dois auditórios: o maior com capacidade para 300 pessoas e outro para 100 pessoas, 5 salas de aula, biblioteca e laboratório de informática.
A escola começa a funcionar no segundo semestre. Licitações devem ser abertas neste mês para selecionar as universidades que vão oferecer as capacitações. “O público que será capacitado na Escola vai desde os assistentes sociais, educadores, psicólogos, sociólogos até os profissionais de nível médio como os cuidadores e orientadores sociais”, explica o superintendente da Política de Assistência Social da Sedhast, Sérgio Wanderly Silva, que acrescenta. “A primeira escola em Campo Grande demonstra o nosso protagonismo na pasta uma vez que avançamos muito em políticas da Assistência Social com a transferência Fundo a Fundo (repasse do governo do Estado aos municípios); estabelecemos critérios técnicos de partilha; entre outros. Ou seja, o dinheiro chega aos municípios e são efetivamente aplicados”, comparou o superintendente.
Além de centro de capacitação, a Escola de Assistência Social ainda será centro de referência para receber eventos da área e a agenda começa já nesta terça-feira com a Reunião Ampliada do Conselho Nacional de Assistência Social – Etapa Centro Oeste. Outros eventos passarão a acontecer no local como as reuniões mensais da CIB (Comissão Intergestores Bipartite) – espaço de articulação de gestores ligados à assistência social do governo do Estado e municípios.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.