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Política
O governador Reinaldo Azambuja defendeu a criação de um Fundo Nacional de Segurança Pública para resguardar as fronteiras, onde a União, hoje ausente no combate ao crime
26 de outubro de 2017
Assessoria
O governador Reinaldo Azambuja defendeu a criação de um Fundo Nacional de Segurança Pública para resguardar as fronteiras, onde a União, hoje ausente no combate ao crime nestes limites internacionais, assuma efetivamente o controle e compartilhe com os estados a responsabilidade pela segurança pública na região. Ele afirmou que o governo de Mato Grosso do Sul tem cobrado com rigor esse comprometimento do Governo Federal.
Reinaldo Azambuja confirmou presença no 16º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, em Rio Branco (AC), nesta sexta-feira (27.10), e reiterará ao presidente da República, Michel Temer, que estará no evento, medidas da União no sentido de fechar as fronteiras com a presença permanente das Forças Armadas, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. Somente desta forma, segundo ele, o País terá controle sobre as organizações criminosas na fronteira.
“Já apresentamos projeto nesse sentido ao stério da Justiça e entendemos que não adianta combater o problema da droga nos morros do Rio (de Janeiro) e grandes centros se não brindarmos as nossas fronteiras”, ponderou o governador. Esta ação, segundo ele, deve contar com uma atuação integrada das forças de segurança federais e dos estados, salientando que o Governo do Estado tem investido na estrutura da polícia na fronteira.
Fronteira,
questão nacional
Reinaldo Azambuja demonstrou otimismo com a reunião em Rio Branco, onde, pela primeira vez, o encontro dos governadores prioriza a questão da segurança nas fronteiras com o tema “Narcotráfico, uma emergência nacional”. O debate terá a presença do presidente Michel Temer, de stros, Supremo Tribunal Federal (STF), Procuradoria-Geral da República, Congresso Nacional, Exército, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e representantes da Bolívia, Peru e Colômbia. A urgência em discutir a temática se dá pela fragilidade das fronteiras brasileiras. Dos 23102 km limítrofes, 15735 km são terrestres e 7267 km marítimos e fluviais. Mato Grosso do Sul possui 1517 km de fronteira, sendo 1131 km com o Paraguai e 386 km com a Bolívia – destes, 549 km de fronteira seca. Assim como o Acre, sede do fórum dos governadores, que faz fronteira com o Peru e Bolívia, o Estado é rota do tráfico de drogas e armas e de descaminho.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.