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Assembleia amplia bancada da segurança e fica mais conservadora

A Assembleia vai ficar mais conservadora a partir de 2019, com os novos deputados eleitos pela população, no último domingo. O destaque fica por conta das bancadas da segurança e evangélica que ampliaram os representantes no legislativo.

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10 de outubro de 2018

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Assembleia Legislativa MS

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A Assembleia vai ficar mais conservadora a partir de 2019, com os novos deputados eleitos pela população, no último domingo. O destaque fica por conta das bancadas da segurança e evangélica que ampliaram os representantes no legislativo. No entanto os grupos “ruralistas” e de defesa de grandes regiões do interior continuam bem organizados.
O legislativo terá um cenário mais conservador, seguindo a tendência “nacional”, descrita pela votação expressiva aos candidatos do PSL, partido de Jair Bolsonaro, teve em todo País. Um dos exemplo na Assembleia é que os dois mais votados – Renan Contar e Carlos Alberto David – ambos do PSL, vieram respectivamente do Exército e da Polícia Militar.
Também se diminuiu a bancada de “esquerda” na Assembleia, que antes era representada pelos quatros deputados do PT, agora ficou apenas metade, com Pedro Kemp e José Almi. Outros partidos que fazem a defesa dos movimentos sociais, como PC do B, PSTU, PSOL não conseguiram eleger novamente nenhum representante.
A bancada de segurança vai dispor de quatro representantes: Renan Contar (PSL), Carlos Alberto David (PSL), José Almi (PT) e José Carlos Barbosa (DEM). O chamado grupo “evangélico”, desta vez terá três integrantes: Herculano Borges (SD), Lídio Lopes (PEN) e Antônio Vaz (PRB).
Tradicional - Os deputados “ruralistas” continuam com Zé Teixeira (DEM), Onevan de Matos (PSDB) e Paulo Corrêa (PSDB), que tem uma atuação maior no setor empresarial. A bancada da educação conta com dois professores: Rinaldo Modesto (PSDB) e Gerson Claro (PP), assim como Jamilson Name (PDT), que alega ser esta sua “principal bandeira”.
Na área da saúde e defesa animal se destacam os deputados Márcio Fernandes (MDB) e Felipe Orro (PSDB), além dos dois novatos no legislativo – João Henrique (PR) e Lucas de Lima (PP) – que durante a campanha colocaram estes temas como prioridade.
Também existem os deputados da “bancada do interior”, que representam grandes regiões fora da Capital, são eles: Renato Câmara (MDB), Marçal Filho (PSDB) e Neno Razuk (PTB) da grande Dourados, Eduardo Rocha (MDB) de Três Lagoas, Evander Vendramini (PP) de Corumbá e Londres Machado (PSD), que abrange  várias cidades do interior. 

 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.