quinta, 04 de junho, 2026
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Os deputados aprovaram, em primeira votação, o projeto que proíbe os cursos de graduação de saúde, com ensino à distância, em Mato Grosso do Sul. A proposta estabelece que esta grade curricular precisa ter no máximo 20% desta modalidade, sendo que o restante deve ser presencial, com aulas teóricas e práticas, mediante a presença de um professor.
O autor do projeto, o deputado Paulo Siufi (MDB), explica que estes cursos de saúde necessitam de aulas práticas, para que os profissionais formados estejam capacitados para atender pacientes e utilizar equipamentos do setor. A matéria foi aprovada com 16 votos a favor e nenhum contra.
Esta medida não interfere nos demais cursos à distância, apenas naqueles vinculados à saúde. Aqueles que estão em andamento não serão afetados com a restrição. “Estamos contra a banalização destes cursos de graduação, que aumentaram em 134% em um ano, tendo uma abertura indiscriminada”, defende o emedebista.
O autor também pondera que tal proibição não vai “elitizar” ou “cercear” a entrada de estudantes nas faculdades, mas que a principal preocupação é na formação dos profissionais. Caso se torne lei estadual, a restrição atinge todas as faculdades públicas e particulares em Mato Grosso do Sul.
Cursos técnicos
- O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) sancionou no começo de agosto, uma lei semelhante, mas que proíbe novos cursos técnicos e de nível médio de saúde, que são oferecidos no modelo de educação à distância, no Estado. A proposta também foi aprovada antes na Assembleia Legislativa.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.