quinta, 04 de junho, 2026
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Entre os 81 senadores brasileiros, apenas um compareceu a todas as sessões no Senado em 2016: José Reguffe (DF). Segundo levantamento publicado pela revista Congresso em Foco, o senador sem partido foi a todas as 91 reuniões para votação de projetos, medidas provisórias ou propostas de emenda constitucional (PECs) no plenário da Casa.
Waldemir Moka (PMDB-MS), José Pimentel (PT-CE) e Eunício Oliveira (PMDB-CE) tiveram apenas uma falta cada, enquanto os senadores Alvaro Dias (PV-PR), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Simone Tebet (PMDB-MS), Wellington Fagundes (PR-MT), Dalirio Beber (PSDB-SC), Fátima Bezerra (PT-RN) e Lasier Martins (PDT-RS), três ausências cada um.
O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), compareceu a 77 sessões e faltou a 14, das quais nove receberam justificativas e cinco não foram explicadas.
Os que mais faltaram às sessões no Senado, de acordo com a publicação, foram os senadores Jader Barbalho (PMDB-PA), com 62 faltas, e Rose de Freitas (PMDB-ES) e Fernando Collor (PTC-AL), ambos com 30 faltas.
Como Jader e Rose passaram por problemas de ordem médica e se ausentaram dos mandatos, Collor é o senador que, mesmo com a saúde intacta, mais faltou às sessões. O ex-presidente justificou 25 das ausências alegando agendas parlamentares externas e deixou de explicar os motivos de cinco faltas.
O peemedebista paraense justificou 44 ausências, explicadas em parte por um tratamento de radioterapia no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, que o afastou da votação que afastou a ex-presidente Dilma Rousseff do cargo, em maio; a senadora capixaba, que justificou 18 faltas, sofreu um princípio de AVC e também passou por exames na capital paulista.
Além de Barbalho e Collor, os senadores que mais justificaram faltas foram Lídice da Mata (PSB-BA), com 25 ausências explicadas, e Zezé Perrela (PTB-MG), com 24. Segundo o Congresso em Foco, o mineiro atribui 23 faltas a atividades parlamentares, enquanto a socialista baiana tirou três licenças por motivo de saúde e faltou 11 vezes em cumprimento de agendas fora do Senado.
Apesar da licença médica, Jader Barbalho foi o senador que mais teve ausências injustificadas no ano passado: 18. Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rose de Freitas deixaram de explicar os motivos de suas ausências nas sessões do Senado, respectivamente, em 17 e 12 ocasiões.
As 883 faltas totais dos senadores nas 91 sessões representam, de acordo com o Congresso em Foco, 14% do total, percentual equivalente ao de 2015. Do total de ausências, 656 (74%) foram justificadas e 232 (26%) não tiveram explicações pelos parlamentares.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.