quinta, 04 de junho, 2026
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Aos gritos, Andréia OIarte (PROS) foi presa por volta das 10h30 de ontem (15) acompanhada do esposo, prefeito afastado de Campo Grande, Gilmar Olarte (PROS).
O casal deixou a residência dentro de uma viatura do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), alegando que se trata de uma perseguição política. Isso porque ela teria pretensão de registrar candidatura a vereadora.
“Isso é uma perseguição política porque eu ia registrar minha candidatura”, disse Andréia antes de entrar na viatura do Gaeco.
Após ouvir os ‘berros’ da esposa, Gilmar fez questão de negar todas as acusações, mesmo diante da prisão temporária. “Nego todas essas acusações, todos os imóveis estão com imposto de renda em dia, em nome de pessoa física. Não aconteceu o que eles estão dizendo, tudo será esclarecido e provado”.

O casal teve a prisão temporária decretada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, acusados de comandar um esquema fraudulento para adquirir imóveis, utilizando recursos que não condizem com a realidade financeira da família, na época em que Gilmar comandava a prefeitura da Capital.
Questionado sobre contar com a ajuda de Evandro Simões Farinelli e Ivamil Rodrigues de Almeida, Gilmar disse que tem amizade com ambos, mas desconhece qualquer ato ilícito realizado em grupo. “Confirmo que conheço essas outras pessoas, o empresário e o corretor de imóveis sim, são pessoas de bem e não tem nada de errado com eles. Não existe envolvimento de coisas erradas”.
O advogado do casal, Jail Azambuja disse que não existe justificativa para prender Gilmar e Andréia, mas não confirma que acredita em perseguição política.
“A princípio não existe justificativa para prendê-los, vou entrar com ação cabível. Todos imóveis foram declarados no imposto de renda”.

Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.