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ALMS entrega Carta de Campo Grande ao ministro da Defesa

Fronteiras

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9 de dezembro de 2016

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Fernanda kintschner

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul recebeu durante a sessão ordinária desta quinta-feira (8/12) o ministro da Defesa, Raul Jungmann, para a entrega da Carta de Campo Grande, documento resultado de audiência pública que discutiu a segurança nas fronteiras. 

Para resumir o diagnóstico dos problemas das fronteiras, compilados no documento entregue ao ministro, o secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosinha, discursou aos parlamentares e autoridades. “Mato Grosso do Sul gasta quase R$ 130 milhões por ano com mais de 6 mil presos por tráficos de drogas. Temos 1.517 km de fronteira seca no Estado, com 12 municípios fronteiriços, sendo sete cidades gêmeas. Somos recordistas em apreensão de drogas, com 280 toneladas em 2015.

O ministro Jungmann apresentou dados sobre o trabalho do Governo Federal para a segurança do País e admitiu que as questões de fronteiras são preocupações urgentes. “Passamos por uma situação de emergência que já passa da hora de resolver, porém não é tão simples. Temos 17 mil quilômetros de fronteiras, sendo nove mil molhadas e sete mil secas.. Temos as três forças armadas atuando com ações repressivas e preventivas, mas isso não basta. Precisamos integrar prefeituras, Receita Federal, Ibama, todas as polícias, os países vizinhos, entre outros, para então conseguirmos avançar”, justificou.

“Hoje, discutiremos sobre esse núcleo que terá a participação de vários órgãos da segurança, no desmantelando dessas organizações criminosas que afligem nosso país e os vizinhos. É muito importante essa integração, polícias organizadas. Eu acho que temos que construir pontes e não muros nas fronteiras para termos cada vez mais ações integradas. Estamos fortalecendo nossas estruturas, mas ainda não podemos relaxar mesmo sendo o terceiro estado mais seguro do país. Precisamos do adicional aos efetivos das fronteiras e apoio da União. Sua presença, ministro, já mostra essa preocupação”, agradeceu o governador.

O senador Pedro Chaves (PSC-MS) discursou e se colocou à disposição no Congresso Federal para viabilizar ainda mais apoio do Governo Federal ao Estado. O deputado Junior Mochi (PMDB), reiterou a esperança dos parlamentares na resolutividade das questões da fronteira. “Temos que olhar para nossas fronteiras e elaborar ações efetivas, para que possamos mudar essa realidade aterrorizante”, afirmou.

Em nome da Assembleia Legislativa, o presidente Junior Mochi agradeceu a presença do ministro e entregou uma estátua do cavaleiro Guaicurus, símbolo do Palácio do Legislativo do Mato Grosso do Sul. “Essa lembrança representa o agradecimento que todos nossos parlamentares temos bela sua atenção e usar da nossa tribuna para trazer informações importantes e ser nosso parceiro no tema da segurança pública. Agradeço em nome também de todos os sul-mato-grossenses”, finalizou.

O ministro entregou uma placa simbólica a Mochi, prometeu retornar em 90 dias e recebeu ainda o relatório final da CPI do Conselho Indigenista Missionário (CIMI). Reveja clicando aqui.  (Colaborou Fabiana Silvestre)

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.