quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Política

A+ A-

ALEMS e prefeitos buscarão em Brasília soluções imediatas para a concessão da BR-163

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e prefeitos de municípios cortados pela BR-163 buscarão, em Brasília, soluções urgentes para os diversos problemas relativos à concessão da rodovia, sob a responsabilidade da CCR MS Via.

Icone Calendário

30 de outubro de 2019

Icone Autor

Assessoria - ALMS

Continue Lendo...

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e prefeitos de municípios cortados pela BR-163 buscarão, em Brasília, soluções urgentes para os diversos problemas relativos à concessão da rodovia, sob a responsabilidade da CCR MS Via. O prefeito de Rio Verde Mário Kruger que também ocupa o cargo de Presidente do Cointa, participou da Audiência Pública e fez parte da Mesa de autoridades.Serão acionados a bancada federal do Estado e o Ministério dos Transportes. Esse foi um dos encaminhamentos resultantes da audiência pública “BR-163: impactos da concessão”, realizada na tarde de segunda-feira (28) proposta pelo Presidente Paulo Corrêa  (PSDB) e deputado Barbosinha (DEM).
Parlamentares, empresários, gestores municipais e representantes da CCR MS Via lotaram o Plenário da Casa de Leis, e discutiram, durante três horas, soluções para os problemas relativos à concessão, entre os quais estão a paralisação das obras e a duplicação muito aquém do estabelecido em contrato e fechamento de acessos
Embora tenha parado as obras de duplicação, a CCR MS Via continua cobrando pedágio. Pelo contrato de concessão, já deveriam ter sido duplicados 100% dos 845,4 quilômetros da rodovia, mas foram executadas obras em 150 quilômetros, conforme números informados por Luiz Fernando de Donno, engenheiro e gestor de atendimento da empresa. As obras realizadas correspondem a 17,7% do total da extensão contratada.
Outros problemas discutidos foram o fechamento de acessos em distritos e municípios e a decorrente desativação de empresas e aumento do desemprego. “Deveríamos ter a totalidade da duplicação e ainda não temos. Minha percepção é de que a única ação da CCR foi a de fechar os acessos”, criticou o deputado Barbosinha. O fechamento, mencionado pelo parlamentar, é provocado por proibições de passagens, pontos de pedágio, ausência de retornos e instalação de guard rails, entre outros fatores. “Este é um assunto angustiante”, definiu.
A paralisação das obras decorre de desequilíbrio financeiro, conforme justificou o presidente da CCR MS Via, José Márcio Silveira. Números apresentados por ele mostram que o deficit, acumulado nos cinco anos de concessão, corresponde a R$ 1,71 bilhão. De acordo com Silveira, no período, as receitas somaram R$ 1,2 bilhão e as despesas, R$ 2,91 bilhões.
Essa queda resulta, entre outros fatores, do desaquecimento da economia e da queda no fluxo de veículos. Segundo outro representante da empresa, o diretor de Relações Institucionais, Claudeir Alves da Mata, o tráfego diário de caminhões caiu da média de 9 mil para 4 mil, retração de 55%. Ele comenta que isso também se deve à intensificação do escoamento de grãos, produzidos no vizinho Mato Grosso, por ferrovia e redução do volume transportado pela BR-163.
Com problemas que se arrastam por mais de dois anos, a CCR paralisou as obras de duplicação, embora permaneça cobrando pedágio. Além disso, enfrenta descontentamento de prefeitos, empresários e moradores dos municípios cortados pela BR-163. A rodovia, com extensão de 845 quilômetros, passa por 21 cidades de Mato Grosso do Sul e impacta, diretamente, a vida de 1,3 milhão de pessoas.
Um empresário, do setor de combustíveis, traduziu parte dos problemas econômicos enfrentados pelas empresas em decorrência do fechamento de acessos.  “Tive que fechar meu posto e poderia estar gerando 150 empregos. Apenas dez postos gerariam a quantidade de empregos que vocês mencionaram”, criticou, fazendo referência à informação da CCR MS Via de que criou mil postos de trabalho. “Vocês falaram que tiveram prejuízos financeiros. E quanto a nós que tivemos de fechar nossos negócios?”, questionou em nome dos demais empresários.
Ausência da ANTT
A ausência de representante da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que é a agência reguladora, prejudicou o avanço das soluções para os problemas. A situação causou fortes críticas dos deputados Barbosinha e Paulo Corrêa. “É um absoluto descaso com Mato Grosso do Sul”, disse Barbosinha. “Somos regulados por uma agência que não faz nada. Mas nós vamos tomar as providência cabíveis”, acrescentou Paulo Corrêa.
Encaminhamentos
Depois das discussões intensas, os participantes definiram os encaminhamentos, sistematizados pelos deputados Paulo Corrêa e Barbosinha. Além do apoio político a ser realizado em Brasília pela ALMS, através de Paulo Corrêa e Barbosinha e outros possíveis parlamentares, outras ações deverão ser avançadas e implementadas.
Entre esses encaminhamentos, está o acionamento judicial da ANTT. O setor jurídico da ALMS estudará a forma como essa questão será conduzida, podendo a agência responder por descumprimento da obrigação de fazer. Outra proposta é de gestão compartilhada da BR-163 pela CCR MS Via e empresários, que atuam em municípios, por onde passa a rodovia.
Também será discutida a regularização fundiária da faixa de domínio com emissão o termo de anuência, conforme proposta apresentada pelo deputado Barbosinha. 
Além dessas propostas, foram decididas as seguintes ações: reavaliação dos locais de futuros retornos, uma vez que os atuais não estariam beneficiando a população, criação de mecanismos que favoreça a mobilidade urbana e envio à Casa de Leis das contas detalhadas da concessionária. 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

 

Continue Lendo...

Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

Continue Lendo...

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.