quinta, 04 de junho, 2026
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Agentes da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU) apreenderam durante a realização da Operação Licitante Fantasma, deflagrada na manhã de ontem (21), armas, munições e documentos. O objetivo da operação é desarticular organização criminosa que fraudava o sistema ComprasNet (Pregão Eletrônico da Administração Pública Federal) e também em licitações presenciais.
Durante três anos de investigações foram detectadas práticas criminosas efetuadas por um grupo de empresários organizados para fraudar, de forma sistemática, compras realizadas no sistema de pregão eletrônico federal (ComprasNet) e outros certames da Administração Pública, através de conluio para acertos de preço e fraudes nos lances efetuados nas licitações.
Em um dos casos investigados, detectou-se um ágio de 600% (seiscentos por cento) sobre o valor unitário dos produtos adquiridos, devido à intervenção da Organização Criminosa no certame. No caso de licitações, os valores oferecidos pelos vencedores eram previamente ajustados, em violação aos princípios regulamentadores das licitações públicas, impedindo a livre concorrência e causando prejuízos de grande monta ao erário.

O nome da operação – Licitante Fantasma – faz alusão ao fato de que algumas empresas que formalmente participavam das licitações e do sistema ComprasNet atuando como concorrentes, na verdade, pertenciam ao mesmo indivíduo e existiam apenas nos registros cartorários e não de fato (eram fictícias). Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, todos em Campo Grande, com a participação de aproximadamente 20 Policiais Federais e servidores da CGU.
As fraudes investigadas na operação Licitante Fantasma, atingiram licitações do Exército, IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul), Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda e Superintendência Federal de Agricultura. Os órgãos foram divulgados em nota da CGU (Controladoria-Geral da União).
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.