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Política
Apesar de ter sido ventilada a candidatura de Johnny Guerra Gai (PMDB) como o futuro presidente da Câmara, a chapa intitulada União foi a única apresentada durante a sessão e trouxe o nome de Adilson do Lago (PDT) como presidente
17 de dezembro de 2014
Carlos Pires
Com o plenário da Câmara lotado, o vereador Adilson Ferreira do Lago (PDT) foi eleito presidente da Casa de Leis de Coxim para o biênio 2015/2016, na noite de segunda-feira (15), durante sessão extraordinária marcada por muita tensão e que não alcançou o consenso geral como na eleição do biênio anterior.
Apesar de ter sido ventilada a candidatura de Johnny Guerra Gai (PMDB) como o futuro presidente da Câmara, a chapa intitulada União foi a única apresentada durante a sessão e trouxe o nome de Adilson do Lago (PDT) como presidente. A chapa foi eleita com nove votos favoráveis contra quatro votos nulos.
Todos os parlamentares que votaram favoráveis fizeram suas declarações de voto, explicaram seus motivos e defenderam a experiência de Adilson como presidente na condução dos trabalhos do legislativo para o próximo biênio.
Anularam os votos os vereadores Adelson Janúncio (PTB), Lucia da AAVC (PR), Serginho do Bombeiro (PTN) e Johnny Guerra Gai (PMDB). Houve efusiva manifestação de parte da platéia presente após o pronunciamento dos vereadores que anularam seus votos, cujas explicações foram dadas na tribuna.
Em seu pronunciamento Adilson defendeu a união de todos os parlamentares, independente de legenda partidária, em busca de um legislativo forte na defesa do bem estar da população e na garantia do cumprimento dos direitos do povo coxinense.
A chapa União encabeçada pelo pedetista tem como vice-presidente o vereador Vilmar Vendrúscolo (PT); primeira-secretária vereadora Marilene de Fátima Gasperin (PSB) e segundo-secretário, vereador Sidney Assis (PSDB).
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.