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Política
A Polícia Militar Ambiental (PMA)cia neste domingo (1º) a “Operação Pré-Piracema” que visa intensificar a fiscalização nos rios para prevenir e reprimir a pesca predatória. Uma cartilha do pescador será distribuída nas subunidades da PMA informando toda a legislação de pesca para a Bacia do Rio Paraná e para a Bacia do Rio Paraguai.
2 de outubro de 2017
Campo Grande News
A Polícia Militar Ambiental (PMA)cia neste domingo (1º) a “Operação Pré-Piracema” que visa intensificar a fiscalização nos rios para prevenir e reprimir a pesca predatória. Uma cartilha do pescador será distribuída nas subunidades da PMA informando toda a legislação de pesca para a Bacia do Rio Paraná e para a Bacia do Rio Paraguai.
Com a proximidade do período de piracema, que é quando vários cardumes já se encontram formados, a quantidade de turistas e pescadores do estado se intensifica pela facilidade de captura do pescado nesse período. Serão 362 policiais atuando na operação que também englobará a operação “Padroeira do Brasil” e Dia de Finados.
De acordo com a PMA, a operação que acontecia sempre a partir do dia 25 tem sido antecipada em razão dos problemas encontrados entre os meses de setembro e outubro. Só no mês de setembro do ano passado 35 pescadores foram autuados e 999kg de pescado ilegal foram apreendidos. Já em outubro do mesmo ano, foram 88 pescadores autuados e 762 kg de pescados apreendidos.
São crimes de pesca: Pescar com petrechos, ou com método de pesca proibidos, em quantidade superior à permitida, ou em local proibido e capturar pescado com tamanho inferior ao permitido.
Caso não haja o cumprimento da lei, o pescador pode ser preso, autuado em flagrante, podendo sair sob fiança caso não for reincidente, pode ainda perder todo o produto de pesca além de multas de R$ 700 a R$ 100 mil reais e mais R$20 reais por quilo do pescado irregular.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.