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Política

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4 deputados federais são reeleitos e 4 são eleitos para representar MS na Câmara

Mato Grosso do Sul tem oito cadeiras para deputados federais na Câmara

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3 de outubro de 2022

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Dândara Genelhú/Midiamax

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Neste último domingo (2), eleitores de Mato Grosso do Sul elegeram 4 novos deputados federais e outros 4 se reelegeram para o cargo. No total, o Estado possui oito cadeiras na Câmara dos Deputados.

O deputado federal com maior números de votos foi Marcos Pollon (PL), com 103.021votos. Além dele, Beto Pereira (PSDB) se destacou e recebeu 97.519 votos. A apuração do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) já está com 99,71% das urnas apuradas.

Assim, MS tem novos ocupantes de cadeiras na Casa de Leis, que fazem partes dos 513 integrantes da Câmara. Então, são responsáveis por apresentar e analisar projetos de lei no âmbito federal.

Além disso, discutem reformas e alterações na Constituição. Também ficam responsáveis pela fiscalização, como, por exemplo, em comissões parlamentares de inquérito e convocação de autoridades. O orçamento também faz parte das responsabilidades dos deputados federais.

Reeleitos

Vander Loubet (PT)

Natural de Porto Murtinho, Vander Loubet (PT) exerce atividades na Câmara desde 2003. O candidato do PT está no 5º mandato consecutivo e com a reeleição segue para o 6º mandato na Casa de Leis. com 74.860 votos.

Dagoberto Nogueira (PSDB)

Nascido em São José do Rio Preto, cidade de São Paulo, Dagoberto Nogueira (PSDB) está no terceiro mandato como deputado federal. Assim, com a reeleição, Dagoberto segue para o quarto mandato com 47.814 votos.
 
Dr. Luiz Ovando (PP)

Natural de Corumbá (PSD) e candidato pelo PP, Luiz Ovando foi reeleito e deve exercer o segundo mandato como deputado federal por Mato Grosso do Sul com 45.304 votos.

Beto Pereira (PSDB)

Natural de Campo Grande, Beto Pereira (PSDB) foi reeleito como deputado federal por Mato Grosso do Sul. O tucano segue para o segundo mandato na Câmara dos Deputados com 97.519 votos, sendo que foi eleito ao cargo pela primeira vez em 2018.

Eleitos

Camila Jara (PT)

Camila Jara é natural de Campo Grande e foi eleita para exercer o primeiro mandato como deputada federal pelo PT com 56.487 votos. Assim, deixa o cargo de vereadora, em que foi eleita em 2020 como a única vereadora de Campo Grande.
 
Geraldo Resende (PSDB)

Natural de Córrego Danta, em Minas Gerais, Geraldo Resende (PSDB) foi eleito em 2018 para deputado federal, com mandato a 2023. No entanto, deixou a Câmara para exercer cargo de secretário estadual da Saúde em Mato Grosso do Sul. Com a reeleição, Geraldo volta para a Casa de Leis para o sexto mandato com 95.514 votos.

Marcos Pollon (PL)

Natural de Dourados, Marcos Pollon (PL) é advogado e professor universitário. Ele foi eleito para exercer o primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Marcos recebeu 103.021 votos. Assim, foi o deputado federal mais votado em MS.

Rodolfo Nogueira (PL)

Nascido em Dourados, Rodolfo Nogueira (PL) é um dos deputados federais eleitos em 2022. O produtor agropecuário já foi eleito suplente de Soraya Thronicke (União Brasil) para o Senado. Assim, assume mandato na Casa de Leis. Segundo apuração do TRE-MS, foram 41.675 votos para Rodolfo.

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.