quinta, 04 de junho, 2026
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O tatuador Washington Vieira Gonçalves, de 40 anos acusado de matar Antônio Paulo de Andrade, de 34 anos, com cinco tiros na noite do último sábado (24) teria agido em legítima defesa, de acordo com seu advogado Alex Viana de Melo.
A confusão teria começado em um bar na avenida João Feliciano Bezerra, no bairro Vila Bela, em Coxim. O autor estaria no estabelecimento quando Antônio Paulo chegou e se sentou na mesma mesa, pois não aceitava Washington falar que pertencia ao mesmo grupo de motoqueiros que ele.
Para “evitar confusão”, o tatuador saiu do estabelecimento e foi para casa. No entanto a vitima e um amigo, de 33 anos, foram até o endereço na mesma avenida.
“O próprio amigo da vítima diz que Washington saiu do local para evitar confusão. Ele já estava em casa jantando com a mãe dele que é idosa, quando a vítima chegou ao local gritando”, completa.
Alex Viana explica que o tatuador saiu da residência e no meio da discussão, levou uma cabeçada e foi prensado na parede pela vítima. O amigo de Antônio ainda teria segurado o tatuador para que ele não retornasse para a residência.
J.C. o amigo de Antônio disse em seu depoimento que a vítima começou a confusão na conveniência, bem como a vítima que o chamou para ir até a casa do réu, dizendo que a vítima foi atrás de confusão.
Para Alex Viana, “o homicídio é uma tragédia, ninguém sai ganhando com isso, é uma perda incomensurável para a família e os amigos da vítima, mas também é motivo de sofrimento para o réu e para sua família, pois ele não queria que aquilo ocorresse. O réu é pessoa de bem, nunca fez mal a ninguém, tanto que saiu da conveniência e foi pra sua casa para evitar uma confusão maior, mas infelizmente a vítima foi atrás dele até a sua casa e acabou o colocando em uma situação em que era um ou outro. Enfim, ele não queria que aquilo ocorresse, mas foi obrigado a se defender, eram dois contra um”.
“Foi quando ele se desvencilhou e realizou os disparos. Ele agiu para se defender”, explicou o advogado.
Antônio foi morto com cinco tiros. Alex Viana também confirma que o cliente pediu para que o amigo da vítima permanecesse no local até a chegada da Polícia Militar. O tatuador pediu para acionar a Polícia Militar e aguardou a chegada dos policiais ao local para explicar o ocorrido e entregar a arma, um revólver calibre .38 usado no crime.
Na delegacia, Washington confirmou que a discussão no bar começou porque Antônio dizia que faria parte do grupo e não o aceitava como integrante do Moto Clube denominado Abutres.
Washington foi autuado por homicídio qualificado por motivo fútil e por posse ilegal de arma de fogo.
Rio Verde de MT (MS):
Um dos envolvidos era procurado pela Justiça e apontado como autor de homicídio e tentativa de homicídio no interior de Mato Grosso do Sul
4 de junho de 2026
Uma operação do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul terminou com a morte de dois suspeitos após confronto armado na tarde desta quinta-feira (04), em Rio Verde de Mato Grosso.
Um dos homens foi identificado como Carlos Daniel Ferreira Mendes, de 25 anos. O segundo suspeito ainda não teve a identidade oficialmente divulgada pelas autoridades.
Segundo as primeiras informações, equipes do Batalhão de Choque receberam denúncias de que Carlos Daniel estaria escondido no município. Ele era considerado foragido da Justiça e possuía mandado de prisão em aberto. Além disso, era apontado pelas forças de segurança como autor de um homicídio ocorrido em Pedro Gomes e de uma tentativa de homicídio registrada em outra cidade do interior do Estado nos últimos meses.
Durante a operação realizada no Bairro Jardim Bella Suíça, os policiais localizaram o suspeito. Conforme informações preliminares, no momento da abordagem ele teria reagido à ação policial, dando início a um confronto armado.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, um segundo homem que estava no local também teria participado da ação e confrontado as equipes, resultando em troca de tiros.
Os dois suspeitos foram baleados, socorridos e encaminhados ao Hospital Geral Paulino Alves da Cunha (HGPAC), em Rio Verde. Apesar dos atendimentos médicos, ambos não resistiram aos ferimentos e vieram a óbito.
Conforme informações da polícia, os dois homens seriam integrantes de uma facção criminosa e eram considerados de alta periculosidade.
A ocorrência segue em apuração e mais detalhes deverão ser divulgados posteriormente pela assessoria de comunicação da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.
Polícia
Suspeitos, de 22 e 19 anos, estavam em um Renault Logan; entorpecentes seriam comercializados no município, segundo informações apuradas.
4 de junho de 2026
Dois moradores de Rio Negro, de 22 e 19 anos, foram presos na madrugada desta quinta-feira (4) por tráfico de drogas durante uma abordagem da Polícia Militar na entrada da cidade.
Com a dupla, que ocupava um veículo Renault Logan, os policiais encontraram porções de substâncias análogas à maconha, cocaína e pasta base de cocaína, totalizando 147,7 gramas de entorpecentes apreendidos.
Conforme divulgado pela Polícia Militar, a abordagem ocorreu durante policiamento rotineiro realizado na entrada do município. Durante a fiscalização, os militares perceberam nervosismo por parte dos ocupantes do veículo, além de contradições nas informações apresentadas, o que motivou uma busca mais detalhada no automóvel.
Na vistoria, foram localizadas porções de substâncias análogas à maconha, cocaína e pasta base de cocaína. Ao todo, foram apreendidos 147,7 gramas de entorpecentes.

(Foto: Divulgação PM)
Segundo informações apuradas, um dos presos já vinha sendo alvo de denúncias feitas por moradores relacionadas à suposta comercialização de drogas na cidade. A suspeita é de que os entorpecentes apreendidos seriam destinados à venda em Rio Negro.
Após a apreensão, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o material apreendido, para os procedimentos legais cabíveis.
A ação integra o trabalho de fiscalização e combate ao tráfico de drogas realizado pelas forças de segurança na região. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que dará continuidade à apuração dos fatos.