terça, 21 de julho, 2026
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A Polícia Militar, por meio da equipe de Força Tática do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), localizou na manhã desta segunda-feira (20) a motocicleta utilizada em uma tentativa de homicídio registrada em Coxim. O veículo foi encontrado abandonado durante diligências realizadas.
Assim que tomou conhecimento da ocorrência, a equipe iniciou buscas ininterruptas para localizar os autores e identificar o veículo empregado na ação criminosa. Com base nas informações obtidas durante as diligências, os policiais intensificaram o patrulhamento e localizaram uma motocicleta Honda CG vermelha abandonada na Rua Vitória Régia.
Durante uma varredura nas proximidades, os militares encontraram duas chaves de motocicleta jogadas em uma área de vegetação. Uma delas acionava o painel do veículo, reforçando os indícios de que pertencia à motocicleta localizada.
Diante da relevância do veículo para a investigação, a Polícia Civil foi acionada para a realização da perícia técnica. Após os procedimentos periciais, a motocicleta foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Coxim, onde permanecerá à disposição das investigações.
A atuação rápida da equipe de Força Tática demonstra o comprometimento da Polícia Militar no combate à criminalidade e no apoio às investigações, contribuindo para a identificação dos envolvidos e a elucidação dos fatos.
Polícia
O investigador da PCMS (Polícia Civil de Mato Grosso do Sul), Edivaldo Quevedo da Fonseca, foi demitido da instituição após ser preso por contrabando em março de...
21 de julho de 2026
O investigador da PCMS (Polícia Civil de Mato Grosso do Sul), Edivaldo Quevedo da Fonseca, foi demitido da instituição após ser preso por contrabando em março de 2026. A portaria de pessoal foi publicada na edição desta terça-feira (21) do DOE (Diário Oficial Eletrônico).
Ele foi um dos alvos da Operação Iscariotes, da PF (Polícia Federal) e da RFB (Receita Federal do Brasil), contra uma organização criminosa que recrutava policiais para o contrabando de eletrônicos. A ação teve como local principal de mandados cumpridos o Centro Comercial Popular Marcelo Barbosa da Fonseca, o Camelódromo de Campo Grande.
Quevedo respondeu a um PAD (Procedimento Administrativo Disciplinar) aberto em 2025, durante as investigações da PF e antes da operação e prisão dele.
A apuração concluiu que o investigador violou a Lei Orgânica da PCMS, usando o cargo para proveito pessoal ou de terceiros, usando recursos ou bens públicos para fins particulares e praticando atos de improbidade administrativa.
Além disso, considerou que ele não cumpriu os deveres de ser leal à instituição, desempenhar com zelo e presteza as missões, zelar pelo material do Estado, guardar sigilo e proceder de modo a dignificar a atividade policial.
A portaria com a demissão é assinada por Antonio Carlos Videira, secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública.
Operação Iscariotes prendeu policiais envolvidos com contrabando
Em 18 de março de 2026, a PF e a Receita Federal realizaram a Operação Iscariotes, para reprimir a atuação de uma organização criminosa que recrutava policiais para o contrabando de eletrônicos.
Entre os 90 mandados expedidos pela Justiça Federal, dois foram cumpridos em delegacias. Além disso, dois policiais civis foram presos em casa, em Campo Grande. Trata-se dos investigadores da Polícia Civil Célio Rodrigues Monteiro, conhecido como “Manga Rosa”, e Edivaldo Quevedo da Fonseca.
O grupo era especializado na importação fraudulenta de grande quantidade de eletrônicos de alto valor agregado. Os eletrônicos eram importados sem documentação fiscal e sem a regularização dos órgãos de controle aduaneiro.
Após ingressarem com os produtos no Brasil, os criminosos distribuíam os eletrônicos, muitos fracionados, escondidos em cargas lícitas, para Campo Grande e outras cidades do país, especialmente em Minas Gerais. A organização criminosa usava veículos adaptados com compartimentos ocultos para facilitar o transporte e a distribuição dos eletrônicos.
Os criminosos também contavam com a participação de agentes vinculados a órgãos de segurança pública, alguns aposentados e outros da ativa, que usavam de suas funções para favorecer a atuação do grupo.
Os agentes forneciam e monitoravam informações sigilosas extraídas de sistemas policiais oficiais e também atuavam no transporte das mercadorias. Durante as investigações, vários criminosos foram presos em flagrante, inclusive envolvendo a atuação direta de policiais.
Midiamax
Polícia
Investigação indica que dupla estava em São Gabriel do Oeste desde a semana anterior e apura participação de outras pessoas no planejamento e apoio ao crime.
21 de julho de 2026
A Polícia Civil divulgou novos detalhes sobre o roubo a uma joalheria registrado na manhã de segunda-feira (20), em São Gabriel do Oeste. Segundo a investigação, os dois suspeitos presos em flagrante vieram de Campo Grande e planejavam se esconder em uma área de mata às margens da BR-163 após o crime, onde aguardariam apoio para retornar à Capital.
De acordo com a Polícia Civil, J.P.C.J., de 19 anos, e L.T.S.G., de 36 anos, informaram, durante entrevistas preliminares — nas quais lhes foi assegurado o direito constitucional ao silêncio —, que estavam em São Gabriel do Oeste desde a terça-feira da semana anterior.
Conforme os relatos, eles ficaram hospedados em um imóvel localizado no Bairro Jardim Gramado e teriam sido levados de Campo Grande até o município em um veículo Ford Fiesta prata, especificamente para a prática do roubo.
Na manhã desta segunda-feira, os suspeitos utilizaram um Renault Kwid branco, pertencente a um serviço de transporte por aplicativo, para se deslocarem até as proximidades da joalheria.
Ainda segundo a Polícia Civil, após o assalto os envolvidos pretendiam fugir para uma área de mata localizada às margens da BR-163, onde permaneceriam escondidos até serem resgatados e levados de volta para Campo Grande.
As informações prestadas pelos suspeitos seguem sendo verificadas no decorrer das investigações.
A ação criminosa ocorreu por volta das 8h04, quando os dois homens entraram na joalheria. Enquanto um deles solicitava que fossem apresentadas algumas alianças, o outro anunciou o assalto utilizando um revólver calibre .32.
Durante o crime, as vítimas foram obrigadas a se deitar no chão, um funcionário foi amarrado e joias e relógios foram colocados em uma mochila.
Após a fuga, o filho do proprietário da joalheria acompanhou o deslocamento dos suspeitos e acionou a Polícia Militar pelo telefone 190. Conforme a investigação, durante a perseguição, o suspeito armado tentou efetuar disparos contra a vítima em pelo menos duas ocasiões, mas a arma falhou.
Os criminosos ainda tentaram roubar uma motocicleta Honda Biz, mas desistiram da ação com a chegada das equipes policiais.
Segundo a Polícia Civil, a equipe da Polícia Militar localizou os suspeitos poucos minutos depois. No momento da abordagem, um dos investigados apontava a arma para o proprietário da joalheria, que o acompanhava em uma caminhonete.
O comerciante, que possui arma de fogo regularmente registrada, efetuou disparos para repelir a agressão. Em seguida, o suspeito armado atirou contra os policiais militares, que reagiram para cessar a ameaça.
Um subtenente e um cabo da Polícia Militar, que passavam pelo local à paisana, também auxiliaram na ocorrência. Nenhum dos disparos atingiu o suspeito.
Após um cerco policial, os dois homens foram localizados e presos. Com um deles foi apreendido um revólver calibre .32.
A Polícia Civil informou que equipes da Delegacia de São Gabriel do Oeste realizaram levantamentos de imagens de câmeras de segurança e outras diligências para esclarecer toda a dinâmica do crime.
Os dois presos foram encaminhados para exame de corpo de delito e, posteriormente, apresentados na Delegacia de Polícia.
Eles permanecem à disposição da Justiça e responderão, em tese, pelos crimes de tentativa de latrocínio e roubo majorado. As investigações prosseguem para apurar a participação de outras pessoas no planejamento, transporte, hospedagem e apoio logístico à ação criminosa.