terça, 21 de julho, 2026
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Polícia
Investigação indica que dupla estava em São Gabriel do Oeste desde a semana anterior e apura participação de outras pessoas no planejamento e apoio ao crime.
21 de julho de 2026
do Idest, JWC
A Polícia Civil divulgou novos detalhes sobre o roubo a uma joalheria registrado na manhã de segunda-feira (20), em São Gabriel do Oeste. Segundo a investigação, os dois suspeitos presos em flagrante vieram de Campo Grande e planejavam se esconder em uma área de mata às margens da BR-163 após o crime, onde aguardariam apoio para retornar à Capital.
De acordo com a Polícia Civil, J.P.C.J., de 19 anos, e L.T.S.G., de 36 anos, informaram, durante entrevistas preliminares — nas quais lhes foi assegurado o direito constitucional ao silêncio —, que estavam em São Gabriel do Oeste desde a terça-feira da semana anterior.
Conforme os relatos, eles ficaram hospedados em um imóvel localizado no Bairro Jardim Gramado e teriam sido levados de Campo Grande até o município em um veículo Ford Fiesta prata, especificamente para a prática do roubo.
Na manhã desta segunda-feira, os suspeitos utilizaram um Renault Kwid branco, pertencente a um serviço de transporte por aplicativo, para se deslocarem até as proximidades da joalheria.
Ainda segundo a Polícia Civil, após o assalto os envolvidos pretendiam fugir para uma área de mata localizada às margens da BR-163, onde permaneceriam escondidos até serem resgatados e levados de volta para Campo Grande.
As informações prestadas pelos suspeitos seguem sendo verificadas no decorrer das investigações.
A ação criminosa ocorreu por volta das 8h04, quando os dois homens entraram na joalheria. Enquanto um deles solicitava que fossem apresentadas algumas alianças, o outro anunciou o assalto utilizando um revólver calibre .32.
Durante o crime, as vítimas foram obrigadas a se deitar no chão, um funcionário foi amarrado e joias e relógios foram colocados em uma mochila.
Após a fuga, o filho do proprietário da joalheria acompanhou o deslocamento dos suspeitos e acionou a Polícia Militar pelo telefone 190. Conforme a investigação, durante a perseguição, o suspeito armado tentou efetuar disparos contra a vítima em pelo menos duas ocasiões, mas a arma falhou.
Os criminosos ainda tentaram roubar uma motocicleta Honda Biz, mas desistiram da ação com a chegada das equipes policiais.
Segundo a Polícia Civil, a equipe da Polícia Militar localizou os suspeitos poucos minutos depois. No momento da abordagem, um dos investigados apontava a arma para o proprietário da joalheria, que o acompanhava em uma caminhonete.
O comerciante, que possui arma de fogo regularmente registrada, efetuou disparos para repelir a agressão. Em seguida, o suspeito armado atirou contra os policiais militares, que reagiram para cessar a ameaça.
Um subtenente e um cabo da Polícia Militar, que passavam pelo local à paisana, também auxiliaram na ocorrência. Nenhum dos disparos atingiu o suspeito.
Após um cerco policial, os dois homens foram localizados e presos. Com um deles foi apreendido um revólver calibre .32.
A Polícia Civil informou que equipes da Delegacia de São Gabriel do Oeste realizaram levantamentos de imagens de câmeras de segurança e outras diligências para esclarecer toda a dinâmica do crime.
Os dois presos foram encaminhados para exame de corpo de delito e, posteriormente, apresentados na Delegacia de Polícia.
Eles permanecem à disposição da Justiça e responderão, em tese, pelos crimes de tentativa de latrocínio e roubo majorado. As investigações prosseguem para apurar a participação de outras pessoas no planejamento, transporte, hospedagem e apoio logístico à ação criminosa.
Polícia
Vítima estava deitada no sofá quando o autor do crime chegou ao imóvel em uma motocicleta Honda Biz
20 de julho de 2026
Adolescente de 16 anos foi morto com pelo menos 12 tiros na madrugada desta segunda-feira (20), dentro de casa, na Rua Eduardo Pérez, na Vila Nhanhá, em Campo Grande.
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi chamada após moradores ouvirem disparos. Quando a equipe chegou, os bombeiros já estavam no endereço. O adolescente foi encontrado caído próximo à porta da sala.
Testemunhas contaram à polícia que o atirador chegou em uma motocicleta modelo Honda Biz. Ele entrou pelo portão da residência e seguiu até a sala, onde o adolescente estava deitado no sofá. Em seguida, disparou várias vezes e fugiu.
Outro adolescente dormia na casa e acordou com o barulho dos tiros. Ao sair para verificar o que havia acontecido, encontrou a vítima caída, mas não conseguiu ver quem fez os disparos.
A testemunha também relatou que, cerca de dois dias antes, o adolescente havia discutido com uma pessoa que não morava na região. O motivo do desentendimento não foi informado.
A perícia foi acionada e encontrou no imóvel 11 cápsulas de munição calibre 9 milímetros, dois projéteis e parte metálica de outro projétil. Equipes do GOI (Grupo de Operações e Investigações) e da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol estiveram no endereço para realizar os primeiros levantamentos sobre o crime.
CGNEWS
Polícia
Baderna em frente à conveniência 24 horas gera reclamações frequentes
20 de julho de 2026
Moradores do bairro Santa Maria, em Coxim, voltaram a denunciar a falta de sossego provocada por aglomerações, brigas e som alto durante a madrugada. Neste último sábado (18), vídeos compartilhados nas redes sociais mostram confusão em frente a uma conveniência da região e reacenderam as reclamações da comunidade.
As imagens, divulgadas pela página Fala Coxim, mostram diversas pessoas reunidas na rua, mesmo com o estabelecimento já fechado. Segundo moradores, os transtornos são causados pelos frequentadores que permanecem no local consumindo bebidas, discutindo e promovendo desordem.
Um dos relatos classifica a situação como uma "verdadeira tortura psicológica". De acordo com os moradores, episódios semelhantes têm se tornado frequentes e comprometem o descanso de quem vive na região.
Nas redes sociais, as opiniões se dividiram. Enquanto alguns internautas minimizaram o problema, outros defenderam os moradores e afirmaram que o cenário é recorrente.
"Imagina trabalhar a semana toda e, no fim de semana, ter que lidar com barulho às cinco da manhã, além das brigas e da sujeira que fica depois da baderna", comentou um usuário.
Outro destacou que o estabelecimento funciona como a única conveniência e mercearia 24 horas do bairro, mas atribuiu a confusão ao comportamento dos frequentadores. "As pessoas não sabem beber e se comportar. A aglomeração acaba atraindo pedintes e usuários de drogas", escreveu.
Também houve cobranças às autoridades. "Onde está o policiamento?" e "Ninguém é obrigado a viver com uma Cracolândia do lado de casa" foram algumas das manifestações publicadas.
Moradores afirmam que a situação se repete há meses e pedem reforço da segurança pública e fiscalização para evitar novas ocorrências e garantir tranquilidade à vizinhança.