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Criminosos invadem casa, matam homem a tiros e fogem de moto em Chapadão do Sul

Vítima de 26 anos foi atingida por pelo menos quatro disparos e morreu após ser socorrida; polícia investiga se o crime tem relação com dívida ligada ao tráfico de drogas.

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21 de julho de 2026

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do Idest

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Criminosos invadiram uma residência e executaram um homem de 26 anos a tiros na noite de segunda-feira (20), no Bairro Esplanada IV, em Chapadão do Sul. Após o ataque, os suspeitos fugiram em uma motocicleta e ainda não foram localizados. A principal linha de investigação da Polícia Civil aponta que o homicídio pode estar relacionado a uma dívida envolvendo o tráfico de drogas.

Ataque ocorreu durante a noite

Segundo informações do site Chapadão 360, o crime aconteceu por volta das 23h, quando os autores invadiram o imóvel onde a vítima morava e efetuaram diversos disparos.

O homem foi atingido por pelo menos quatro tiros. Equipes do Corpo de Bombeiros prestaram os primeiros socorros e o encaminharam ao pronto-socorro do município, mas ele não resistiu aos ferimentos.

Investigação apura motivação

Conforme as informações preliminares levantadas pelas forças de segurança, a motivação do crime pode estar ligada a uma suposta dívida relacionada ao uso ou ao tráfico de drogas. A hipótese, no entanto, ainda será apurada pela Polícia Civil.

Equipes policiais estiveram no local e realizam a análise de imagens de câmeras de segurança instaladas em imóveis próximos, que poderão auxiliar na identificação dos autores e no esclarecimento da dinâmica do homicídio.

Suspeitos seguem foragidos

Após os disparos, os criminosos fugiram em uma motocicleta, seguindo em direção desconhecida.

Equipes da Força Tática realizaram diligências e buscas na região, porém, até o momento, nenhum suspeito havia sido localizado ou preso.

Polícia

Polícia Militar localiza moto utilizada em tentativa de homicídio em Coxim

A Polícia Militar, por meio da equipe de Força Tática do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), localizou na manhã desta segunda-feira (20) a...

Polícia Militar localiza moto utilizada em tentativa de homicídio em Coxim

21 de julho de 2026

Polícia Militar localiza moto utilizada em tentativa de homicídio em Coxim

 

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A Polícia Militar, por meio da equipe de Força Tática do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), localizou na manhã desta segunda-feira (20) a motocicleta utilizada em uma tentativa de homicídio registrada em Coxim. O veículo foi encontrado abandonado durante diligências realizadas.

Assim que tomou conhecimento da ocorrência, a equipe iniciou buscas ininterruptas para localizar os autores e identificar o veículo empregado na ação criminosa. Com base nas informações obtidas durante as diligências, os policiais intensificaram o patrulhamento e localizaram uma motocicleta Honda CG vermelha abandonada na Rua Vitória Régia.

Durante uma varredura nas proximidades, os militares encontraram duas chaves de motocicleta jogadas em uma área de vegetação. Uma delas acionava o painel do veículo, reforçando os indícios de que pertencia à motocicleta localizada.

Diante da relevância do veículo para a investigação, a Polícia Civil foi acionada para a realização da perícia técnica. Após os procedimentos periciais, a motocicleta foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Coxim, onde permanecerá à disposição das investigações.

A atuação rápida da equipe de Força Tática demonstra o comprometimento da Polícia Militar no combate à criminalidade e no apoio às investigações, contribuindo para a identificação dos envolvidos e a elucidação dos fatos.

Polícia

Policial civil preso por contrabando pela PF é demitido em Mato Grosso do Sul

O investigador da PCMS (Polícia Civil de Mato Grosso do Sul), Edivaldo Quevedo da Fonseca, foi demitido da instituição após ser preso por contrabando em março de...

Policial civil preso por contrabando pela PF é demitido em Mato Grosso do Sul

21 de julho de 2026

Policial civil preso por contrabando pela PF é demitido em Mato Grosso do Sul

 

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O investigador da PCMS (Polícia Civil de Mato Grosso do Sul), Edivaldo Quevedo da Fonseca, foi demitido da instituição após ser preso por contrabando em março de 2026. A portaria de pessoal foi publicada na edição desta terça-feira (21) do DOE (Diário Oficial Eletrônico).

Ele foi um dos alvos da Operação Iscariotes, da PF (Polícia Federal) e da RFB (Receita Federal do Brasil), contra uma organização criminosa que recrutava policiais para o contrabando de eletrônicos. A ação teve como local principal de mandados cumpridos o Centro Comercial Popular Marcelo Barbosa da Fonseca, o Camelódromo de Campo Grande.

Quevedo respondeu a um PAD (Procedimento Administrativo Disciplinar) aberto em 2025, durante as investigações da PF e antes da operação e prisão dele.

A apuração concluiu que o investigador violou a Lei Orgânica da PCMS, usando o cargo para proveito pessoal ou de terceiros, usando recursos ou bens públicos para fins particulares e praticando atos de improbidade administrativa. 

Além disso, considerou que ele não cumpriu os deveres de ser leal à instituição, desempenhar com zelo e presteza as missões, zelar pelo material do Estado, guardar sigilo e proceder de modo a dignificar a atividade policial.

A portaria com a demissão é assinada por Antonio Carlos Videira, secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública.

Operação Iscariotes prendeu policiais envolvidos com contrabando

Em 18 de março de 2026, a PF e a Receita Federal realizaram a Operação Iscariotes, para reprimir a atuação de uma organização criminosa que recrutava policiais para o contrabando de eletrônicos.

Entre os 90 mandados expedidos pela Justiça Federal, dois foram cumpridos em delegacias. Além disso, dois policiais civis foram presos em casa, em Campo Grande. Trata-se dos investigadores da Polícia Civil Célio Rodrigues Monteiro, conhecido como “Manga Rosa”, e Edivaldo Quevedo da Fonseca.

O grupo era especializado na importação fraudulenta de grande quantidade de eletrônicos de alto valor agregado. Os eletrônicos eram importados sem documentação fiscal e sem a regularização dos órgãos de controle aduaneiro.

Após ingressarem com os produtos no Brasil, os criminosos distribuíam os eletrônicos, muitos fracionados, escondidos em cargas lícitas, para Campo Grande e outras cidades do país, especialmente em Minas Gerais. A organização criminosa usava veículos adaptados com compartimentos ocultos para facilitar o transporte e a distribuição dos eletrônicos.

Os criminosos também contavam com a participação de agentes vinculados a órgãos de segurança pública, alguns aposentados e outros da ativa, que usavam de suas funções para favorecer a atuação do grupo.

Os agentes forneciam e monitoravam informações sigilosas extraídas de sistemas policiais oficiais e também atuavam no transporte das mercadorias. Durante as investigações, vários criminosos foram presos em flagrante, inclusive envolvendo a atuação direta de policiais.

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