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Feminicídio

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Causa da morte: Ser mulher!

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14 de fevereiro de 2025

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(Glenda Melo - Diário do Estado)

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Vanessa Ricarte, de 42 anos, jornalista, linda, cheia de vida, planos feitos que nunca mais irão se cumprir, sonhos que jamais ela irá realizar.
A imprensa de Mato Grosso do Sul está de luto, acordamos ontem (13) com a triste notícia da morte dessa brilhante profissional, morta de uma maneira covarde, fria e cruel. Seu algoz? Seu noivo, o músico Caio Nascimento Pereira, de 35 anos que já está preso. O assassino tinha 11 registros entre violência doméstica, roubo entre outros, ele não aceitava o fim do relacionamento com Vanessa e a matou a golpes de faca. Vanessa foi a primeira mulher morta em 2025 na capital.
O feminicídio é uma das formas mais cruéis de violência. Não é apenas um crime, mas um ato de covardia extrema, que silencia vozes, interrompe vidas e destrói sonhos. Mulheres que tinham planos, que queriam crescer, amar, construir famílias e carreiras, são arrancadas deste mundo por aqueles que deveriam protegê-las.
A sociedade historicamente naturalizou a violência contra a mulher. Por séculos, leis e normas sociais trataram a mulher como inferior, como alguém que deveria “obedecer” ao homem. Ainda hoje, essa mentalidade persiste em muitos lares, e quando um homem cresce em um ambiente que valida essa visão, ele pode se sentir autorizado a usar a violência para impor sua vontade.


Cada vítima de feminicídio carrega consigo uma história interrompida. São mães que não verão seus filhos crescerem, filhas que deixam famílias desoladas, profissionais que poderiam transformar o mundo ao seu redor. O feminicídio não apenas mata mulheres ele deixa marcas irreparáveis em famílias e na sociedade.
A justificativa para esse crime? Nenhuma. A causa? O machismo, a cultura da posse, o ódio disfarçado de amor. Quem mata uma mulher por não aceitar um “não”, por ciúme ou por sentimento de posse, não age por amor. Age por egoísmo, por controle, por um sentimento doentio de poder.
Quantas mulheres ainda precisarão morrer para que a sociedade entenda que feminicídio não é um “crime passional”, mas um assassinato cruel? Quantos filhos ainda precisarão crescer sem suas mães? Quantas famílias terão que enterrar seus sonhos junto aos corpos de suas filhas?
Feminicídio não é destino, não é fatalidade. É um problema estrutural que precisa ser combatido com educação, com leis mais rígidas e, acima de tudo, com a desconstrução de uma cultura que trata a vida das mulheres como descartável. Enquanto houver impunidade, omissão e silêncio, mais mulheres morrerão.


    É preciso romper o ciclo da violência. Denunciar, educar, proteger. Cada mulher que se vai deixa um vazio irreparável, um futuro perdido, uma história que jamais será escrita. Feminicídio é covardia. E essa covardia precisa ter um fim.


Em muitos casos, a violência doméstica começa muito antes do feminicídio. A mulher denuncia, pede ajuda, mas muitas vezes o sistema falha. Ordens de restrição não são suficientes, denúncias são ignoradas, e os agressores sentem que podem continuar suas ações sem consequências graves.
O feminicídio não é um crime isolado é o reflexo de uma sociedade que ainda falha em proteger as mulheres e em ensinar os homens a lidar com seus sentimentos sem recorrer à violência. Para combater essa realidade, é essencial educar desde a infância sobre igualdade de gênero, respeito e formas saudáveis de lidar com conflitos.
Homens não matam mulheres por amor. Matam por ódio, por controle, por se recusarem a aceitar que as mulheres são donas de si mesmas. Feminicídio é covardia e precisa ser combatido com urgência, com educação, punição e a desconstrução do machismo.
Vanessa, querida colega de profissão, nós do jornal diário do Estado de Coxim/MS e todos os demais colegas da imprensa local estamos destroçados pela sua partida tão precoce e tão estúpida, eu como mulher sinto-me violada, agredida e um pouco morta pela maneira absurda que você foi tirada daqueles que te amavam verdadeiramente, agora é sua vez de ser a assessora de imprensa do pai maior, faça lindas matérias ao lado dele, Vá em paz querida, muita luz no seu caminho.

Fotos: Video cedido 

Rio Verde de MT (MS):

Operação do Choque termina com dois suspeitos mortos após confronto em Rio Verde (MS)

Um dos envolvidos era procurado pela Justiça e apontado como autor de homicídio e tentativa de homicídio no interior de Mato Grosso do Sul

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4 de junho de 2026

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Uma operação do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul terminou com a morte de dois suspeitos após confronto armado na tarde desta quinta-feira (04), em Rio Verde de Mato Grosso.

Um dos homens foi identificado como Carlos Daniel Ferreira Mendes, de 25 anos. O segundo suspeito ainda não teve a identidade oficialmente divulgada pelas autoridades.

Segundo as primeiras informações, equipes do Batalhão de Choque receberam denúncias de que Carlos Daniel estaria escondido no município. Ele era considerado foragido da Justiça e possuía mandado de prisão em aberto. Além disso, era apontado pelas forças de segurança como autor de um homicídio ocorrido em Pedro Gomes e de uma tentativa de homicídio registrada em outra cidade do interior do Estado nos últimos meses.

Durante a operação realizada no Bairro Jardim Bella Suíça, os policiais localizaram o suspeito. Conforme informações preliminares, no momento da abordagem ele teria reagido à ação policial, dando início a um confronto armado.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, um segundo homem que estava no local também teria participado da ação e confrontado as equipes, resultando em troca de tiros.

Os dois suspeitos foram baleados, socorridos e encaminhados ao Hospital Geral Paulino Alves da Cunha (HGPAC), em Rio Verde. Apesar dos atendimentos médicos, ambos não resistiram aos ferimentos e vieram a óbito.

Conforme informações da polícia, os dois homens seriam integrantes de uma facção criminosa e eram considerados de alta periculosidade.

A ocorrência segue em apuração e mais detalhes deverão ser divulgados posteriormente pela assessoria de comunicação da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

Polícia

Dupla de Rio Negro é presa com drogas durante abordagem da Polícia Militar na entrada da cidade

Suspeitos, de 22 e 19 anos, estavam em um Renault Logan; entorpecentes seriam comercializados no município, segundo informações apuradas.

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4 de junho de 2026

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Dois moradores de Rio Negro, de 22 e 19 anos, foram presos na madrugada desta quinta-feira (4) por tráfico de drogas durante uma abordagem da Polícia Militar na entrada da cidade. 

Com a dupla, que ocupava um veículo Renault Logan, os policiais encontraram porções de substâncias análogas à maconha, cocaína e pasta base de cocaína, totalizando 147,7 gramas de entorpecentes apreendidos.

Nervosismo levantou suspeitas

Conforme divulgado pela Polícia Militar, a abordagem ocorreu durante policiamento rotineiro realizado na entrada do município. Durante a fiscalização, os militares perceberam nervosismo por parte dos ocupantes do veículo, além de contradições nas informações apresentadas, o que motivou uma busca mais detalhada no automóvel.

Na vistoria, foram localizadas porções de substâncias análogas à maconha, cocaína e pasta base de cocaína. Ao todo, foram apreendidos 147,7 gramas de entorpecentes.

Imagem da notícia

(Foto: Divulgação PM)

Droga seria vendida em Rio Negro

Segundo informações apuradas, um dos presos já vinha sendo alvo de denúncias feitas por moradores relacionadas à suposta comercialização de drogas na cidade. A suspeita é de que os entorpecentes apreendidos seriam destinados à venda em Rio Negro.

Após a apreensão, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o material apreendido, para os procedimentos legais cabíveis.

Combate ao tráfico

A ação integra o trabalho de fiscalização e combate ao tráfico de drogas realizado pelas forças de segurança na região. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que dará continuidade à apuração dos fatos.