quinta, 04 de junho, 2026
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Acompanhando a modernidade e as ferramentas usadas no aplicativos de celular, os candidatos poderão, a partir do dia 16, criar um grupo no WhatsApp para divulgar suas campanhas nas Eleições 2016.
No entanto, o eleitor é livre deixar o grupo no momento que quiser. Caso volte a ser adicionado sem o seu consentimento, o mesmo poderá fazer uma denúncia à Justiça Eleitoral. Se o desrespeito à vontade do eleitor foi comprovado com print, cada mensagem poderá gerar indenização de R$ 100.

De acordo com o juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 36ª Zona Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), nos último dois anos, o processo eleitoral foi inundado por novas mídias tecnológicas. “Diz a regra que toda propaganda feita via internet deve ser gratuita. O candidato não vai contratar uma empresa para fazer replicação de mensagem na página do Facebook e deve obter gratuitamente os números de telefones”, explica o magistrado.
Sobre aplicativos como WhatsApp, por exemplo, o magistrado ressalta que os candidatos a prefeito e vereador são livres para criar um grupo. “Mas o eleitor tem que ter opção de sair. Caso seja novamente adicionado contra a sua vontade, o candidato pode ter que pagar R$ 100 por mensagem”, afirma o juiz.
Ele lembra que também há opção de bloqueio, mas, caso o eleitor volte a ser inserido, pode fazer print e acionar advogado para entrar com ação. O aplicativo também pode ser utilizado para divulgação de santinhos dos candidatos. “Na lei, não fala que é proibido”, cita.
O juiz alerta que os eleitores também tem responsabilidades. Nos grupos, por exemplo, pode se discutir política e problemas da cidade, mas sem caluniar candidatos. O aviso também é válido nos comentários e postagens no Facebook. “Tem que tomar cuidado com ofensas pessoais. Não pode injuriar, caluniar”, afirma.
Rio Verde de MT (MS):
Um dos envolvidos era procurado pela Justiça e apontado como autor de homicídio e tentativa de homicídio no interior de Mato Grosso do Sul
4 de junho de 2026
Uma operação do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul terminou com a morte de dois suspeitos após confronto armado na tarde desta quinta-feira (04), em Rio Verde de Mato Grosso.
Um dos homens foi identificado como Carlos Daniel Ferreira Mendes, de 25 anos. O segundo suspeito ainda não teve a identidade oficialmente divulgada pelas autoridades.
Segundo as primeiras informações, equipes do Batalhão de Choque receberam denúncias de que Carlos Daniel estaria escondido no município. Ele era considerado foragido da Justiça e possuía mandado de prisão em aberto. Além disso, era apontado pelas forças de segurança como autor de um homicídio ocorrido em Pedro Gomes e de uma tentativa de homicídio registrada em outra cidade do interior do Estado nos últimos meses.
Durante a operação realizada no Bairro Jardim Bella Suíça, os policiais localizaram o suspeito. Conforme informações preliminares, no momento da abordagem ele teria reagido à ação policial, dando início a um confronto armado.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, um segundo homem que estava no local também teria participado da ação e confrontado as equipes, resultando em troca de tiros.
Os dois suspeitos foram baleados, socorridos e encaminhados ao Hospital Geral Paulino Alves da Cunha (HGPAC), em Rio Verde. Apesar dos atendimentos médicos, ambos não resistiram aos ferimentos e vieram a óbito.
Conforme informações da polícia, os dois homens seriam integrantes de uma facção criminosa e eram considerados de alta periculosidade.
A ocorrência segue em apuração e mais detalhes deverão ser divulgados posteriormente pela assessoria de comunicação da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.
Polícia
Suspeitos, de 22 e 19 anos, estavam em um Renault Logan; entorpecentes seriam comercializados no município, segundo informações apuradas.
4 de junho de 2026
Dois moradores de Rio Negro, de 22 e 19 anos, foram presos na madrugada desta quinta-feira (4) por tráfico de drogas durante uma abordagem da Polícia Militar na entrada da cidade.
Com a dupla, que ocupava um veículo Renault Logan, os policiais encontraram porções de substâncias análogas à maconha, cocaína e pasta base de cocaína, totalizando 147,7 gramas de entorpecentes apreendidos.
Conforme divulgado pela Polícia Militar, a abordagem ocorreu durante policiamento rotineiro realizado na entrada do município. Durante a fiscalização, os militares perceberam nervosismo por parte dos ocupantes do veículo, além de contradições nas informações apresentadas, o que motivou uma busca mais detalhada no automóvel.
Na vistoria, foram localizadas porções de substâncias análogas à maconha, cocaína e pasta base de cocaína. Ao todo, foram apreendidos 147,7 gramas de entorpecentes.

(Foto: Divulgação PM)
Segundo informações apuradas, um dos presos já vinha sendo alvo de denúncias feitas por moradores relacionadas à suposta comercialização de drogas na cidade. A suspeita é de que os entorpecentes apreendidos seriam destinados à venda em Rio Negro.
Após a apreensão, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o material apreendido, para os procedimentos legais cabíveis.
A ação integra o trabalho de fiscalização e combate ao tráfico de drogas realizado pelas forças de segurança na região. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que dará continuidade à apuração dos fatos.