quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
1-DO LEITOR: “ Por que não internacionalizar a preservação da Amazônia com uma remuneração de aporte internacional em benefício dos fazendeiros e Estados que mantivessem intocáveis suas florestas? Dados da Nasa mostram: o Brasil tem 66% da sua vegetação nativa preservada e cultiva só 7,6% de suas terras. Já a Alemanha cultiva 56,9% - a Dinamarca 76,8% - a Irlanda 74,7%; o Reino Unido 63,9%. A área cultivada na França (31.795,512 hectares) junto com a área plantada da Espanha (31.786.945 hectares) equivale a área cultivada ( 63.994.709 hectares) no Brasil.”
2-DO LEITOR “Falso o bordão “Amazônia – pulmão do mundo”. Suas florestas consomem quase todo o oxigênio que produzem. As algas marinhas jogam na atmosfera 55% do oxigênio produzido no planeta. Angola e Congo queimando igual no Brasil. Os militantes digitais profissionais e a grande imprensa sem verbas oficiais destilam asneiras como aquela fala da cantora Anita. Num passe de mágica as florestas da região amazônica abrigando girafas, rinocerontes e outros animais africanos esturricados como mostra a mídia. A festa midiática com o fogo é grande.”
CONCLUSÃO Tudo não passa de ‘cortina de fumaça’, marketing das potencias europeias e ONGS que faturam sob o pretexto de cuidar das florestas e índios. Aliás, as reservas indígenas afrontam a nossa soberania, de onde são retirados minerais preciosos e proporciona o contrabando de mogno e outras madeiras valiosas. “Curiosamente” não existem ONGs no Nordeste, região que nada tem a oferecer financeiramente. Por que os esses países não declaram ‘patrimônio da humanidade’ as reservas de gás da Rússia? Enfim; é a esquerda mundial – oportunista - contra o atual Governo brasileiro que destronou o PT do poder. Nem mais – nem menos!
DESABAFO do general Luiz Gonzaga Schoeder Lessa: “...Pode a Alemanha nos ensinar alguma coisa, quando foi uma empresa sua que deu o laudo comprometedor que permitiu a catástrofe de Brumadinho? Ou a Noruega nos criticar quando sua empresa de celulose Hidro Alunorte polui a cidade de Barcarena e os rios amazônicos que a circundam? E quanto a França, que está capitaneando toda essa pressão sobre o Brasil, pode ela nos ditar alguma regra de proteção ao meio ambiente ao devastar a Polinésia Francesa e comprometer a vida no Taiti com altos índices de radiação, fruto dos seus testes atômicos na área?....”
SEGUNDO ATO A candidatura do ex-juiz Odilon de Oliveira ao Governo Estadual ainda rende ‘bate boca’ nos círculos políticos. Primeiro - o presidente do PDT Leite Schmidt ironizou em recente entrevista: “Quando a gente mexe com política, tem de mexer com política. Eu fui pegar uma pessoa que não era político. Ele (Odilon), com alguns meses já estava apoiando o Bolsonaro, embora o PDT dava dinheiro para ele apoiar o Ciro Gomes...( - ) nós não vamos errar duas vezes... ( - ) O PDT terá candidato a prefeito com pessoas que fazem política e não é o Odilon de Oliveira. Pode ser o Dagoberto Nogueira...”
A RESPOSTA do ex-juiz Odilon veio dias depois em nota distribuída à imprensa, embasada nos elogios feitos pelo ex-senador Ciro Gomes (PDT) e do próprio presidente estadual Leite Schmidt quando do lançamento de sua candidatura ao Governo. Lembrou que Ciro e Schimidt enalteceram as condições morais do candidato dizendo inclusive que ele ‘não tinha experiência para roubar”. Na nota Odilon reagiu ao argumento de Schimidt - confessando que não pretende mudar de postura na tentativa de se eleger para qualquer cargo eletivo. A previsão é que tenhamos o terceiro capítulo nesta novela de lamúrias e acusações. Mas esse embate não leva a nada. Ninguém ganha com ela.
A ESPERTEZA come a mão do esperto. O ditado antigo se aplica também na política quando o resultado das urnas castiga experientes políticos, vistos como proeminências na arte de arquitetar candidaturas e costurar alianças tidas como insuperáveis. Schimidt não foi o primeiro ‘esperto’ a perder. Lá atrás Pedro Pedrossian apostou em José Elias Moreira ao Governo e perdeu. Wilson B. Martins (MDB) investiu em Ricardo Bacha (PSDB) e dançou. André Puccinelli (MDB) não ouviu ninguém e impôs Edson Giroto (PR) como candidato a prefeito de Campo Grande e foi um vexame. Imagine agora com a internet e as redes sociais denunciando fatos e personagens na campanha. A fritura será em óleo fervendo.
OPINIÃO de Eliseu Auth ( promotor de justiça aposentado no Paraná: “...Agora, saibam os que atacam a nova lei do abuso - que é o Ministério Público quem vai iniciar a ação e é o juiz ou o tribunal quem vai julgar. Onde está a o perigo? A lei precisa dizer o que as autoridades podem fazer e o que não devem fazer. Elas têm que ter limites! Democracia é assim. Ditador é que gosta do abuso. O que me preocupa é o vezo autoritário de quem pede o veto total à lei. Por isso tudo e por muito mais dou boas vindas à lei do Abuso de Autoridade...” Tido como possível candidato a prefeito de Dourados, o deputado estadual Marçal Filho (PSDB) é notícia com a denúncia contra ele oferecida pelo Ministério Público Federal com a acusação de corrupção passiva em 2010. O parlamentar reagiu taxando a notícia como ‘estranha’ visto que a denúncia já teria ocorrido havia mais de um ano e que já fez sua defesa no Supremo Tribunal Federal. Para evitar maior exploração política o parlamentar preferiu não entrar detalhes sobre o caso e a estratégia adotada na defesa. Claro, o caso não acabará agora e seu final não deixará de ser um fato político. Ignorar isso seria ingenuidade.
COMPARANDO Após 40 anos da divisão, Mato Grosso tem a população de 3.484.466 habitantes contra 2.748.023 habitantes de Mato Grosso do Sul. Cuiabá - 612 mil habitantes e Campo Grande 885 mil habitantes. Várzea Grande – 285 mil habitantes e Rondonópolis 232 mil habitantes contra 220.965 habitantes de Dourados. Outras cidades do MT: Sinop 143 mil – Tangará da Serra 103 mil – Cáceres 94 mil – Sorriso 90 mil – Lucas do Rio Verde 65 mil – Primavera do Leste 62 mil – Barra do Garças 61 mil – Alta Floresta 51 mil. Detalhe: Cuiabá e Várzea Grande juntas somam 897.500 habitantes, praticamente a mesma população de Campo Grande.
AGRONEGÓCIO e Indústria são as molas propulsoras do progresso nas cidades do Mato Grosso. Os números acima proporcionam essa leitura. Aqui em nosso Estado não é diferente. Dourados ( 220.965 mil habitantes), Três Lagoas ( 119.465), Ponta Porã (91 mil), Sidrolândia ( 56 mil), Naviraí (54 mil), Nova Alvorada (53 mil), Aquidauana (47 mil), Maracaju (46 mil), Paranaíba (42 mil), Amambai (39 mil), Rio Brilhante (37 mil).Vale destacar: município de Mato Grosso com menor população é Araguainha; 935 habitantes e no Mato Grosso do Sul é Figueirão com 3.044 habitantes.
AVISANDO Já estará valendo para as eleições de 2019 a lei sobre ‘fake news’. Ela prevê pena de prisão de 1 a 8 anos, além de multa, para quem acusar falsamente um candidato a cargo político com objetivo de afetar sua candidatura. Essa pena aumenta se o caluniador agir no anonimato ou com nome falso. E mais: incorrerá nas mesmas penas quem – ciente da inocência do denunciado e com finalidade eleitoral divulgar ou propalar, por qualquer meio ou forma, o ato ou fato que lhe foi falsamente atribuído. O pessoal precisa se conscientizar que essa mania de achincalhar a honra de terceiros pode sair muito caro aos culpados. Juízo e caldo de galinha...
A DÚVIDA A Rumo Logística ganhou de mão beijada a concessão ( Governo FHC) da antiga Ferrovia Noroeste e faltando 7 anos para findar a concessão apenas usufruiu da velha estrutura. Praticamente não investiu nada e todo o acervo mais parece sucata. Agora ela quer prorrogação por mais 30 anos da concessão no trecho que passa pelo nosso Estado, prometendo investir R$1,2 bilhão na aquisição de locomotivas, vagões e troca dos trilhos e dormentes. Tudo isso porque há previsão da demanda do trem no transporte da ureia boliviana. Duas perguntas: o dinheiro deste investimento virá do BNDES? Quem garante que a empresa cumprirá essa promessa?
O EMBATE Quando o assunto é referente ao meio rural não tem para ninguém na Assembleia Legislativa. Os deputados Pedro Kemp (PT) e Zé Teixeira (DEM) monopolizam as atenções – cada qual com seus argumentos e estilos. O primeiro tem um olhar teórico da esquerda sob o viés social; o segundo tem a experiência pessoal como homem ligado diretamente a terra, o que aliás faz questão de ressaltar. Nesta semana ambos protagonizaram um embate que arrancou aplausos e risos sobre os incêndios na Amazônia. Essa é a função do parlamento que justifica assim a própria origem ou significado etimológico de ‘parlar’ – falar.
UM PERIGO! Nosso Estado é uma das portas de entrada de agrotóxicos oriundos de outros países. Aliás, 20% deste produto consumido no Brasil vem do contrabando. O pior: eles são adquiridos sem orientação técnica e aumenta os riscos de intoxicação humana e contaminação ambiental através de embalagens abandonadas e descartadas em lixões e aterros. O problema é que visando lucro maior - agricultores acabam sendo coniventes fomentando o contrabando através da aquisição destes produtos. Os preços deles aqui são caros por dois motivos: carga tributária e a falta de concorrência; apenas 4 empresas comandam esse cartel. Resolver esse problema não é nada fácil.
RÁPIDAS
Deputado Antônio Vaz (PRB) Requer a criação do Dia do Economista e a instituição da medalha Adam Smith: presidiu audiência pública referente ao Hospital Regional e comandou a ‘Marcha para Jesus’ no aniversário de Campo Grande.
Deputado Lídio Lopes (Patriota) Presidiu reunião da Comissão de Constituição Justiça e Redação analisando 19 proposições; representou a Assembleia Legislativa na reunião do Codesul (Conselho de Desenvolvimento do Sul) em Porto Alegre.
Deputado Marçal Filho (PSDB) Pede a instituição da campanha “Agosto – Mês Cinza” visando debater propostas de prevenção e combate a incêndios. Representou a Assembleia Legislativa na reunião da UNALE na cidade de Florianópolis (SC).
Deputado Gerson Claro (PP) Requer que o Assentamento Itamarati com 17 mil pessoas seja declarado de utilidade pública para facilitar suas relações com Governo e órgãos públicos; recepcionou líderes políticos do interior e da capital no gabinete.
Deputado João H. Catan (PR) Quer valorizar nossa história, identidade e cultura com mudanças no calendário de eventos referente a 11 de outubro como data da criação e não como da ‘divisão’ como consta atualmente. Visitou vários órgãos públicos.
Deputado capitão Contar (PSL) Falou sobre os aspectos positivos que envolvem a campanha “Semana do Brasil” no mês de setembro para aquecer o comércio. Ativo nas sessões, recebeu visitas diversas no gabinete e visitou 3 Secretárias de Estado.
Deputado Lucas de Lima (Solidariedade) Viu aprovado seu projeto de lei instituindo o ‘Dezembro Verde’ que objetiva conscientizar a população a cuidar dos animais domésticos, evitando que sejam abandonados nas ruas da capital e cidades do interior.
Deputado José C. Barbosa (DEM) Pede a instituição da Medalha do Mérito Ruy Barbosa para homenagear os escrivães de polícia no dia 5 de novembro “Dia do Escrivão”. Questionou a aplicação da verba estadual ao Hospital Regional.
DeputadoEvander Vendramini (PP) Viu aprovado seu projeto regulamentando o teste de aptidão físico de candidatas gestantes; apresentou projeto dispondo sobre o uso de produtos inflamáveis em móveis que adornam locais residenciais.
Deputado Marcio Fernandes (MDB) Atendeu acompanhando produtores rurais da região Norte do Estado junto ao Governo; visitou vários órgãos públicos para agilizar o atendimento de suas reivindicações. Atento as questões envolvendo o agronegócio.
Deputado Jamilson Name (PDT) Apresentou proposição para promover a inclusão de ex-atletas de todas as modalidades em eventos esportivos promovidos no Estado. Preocupado com a situação das famílias menos favorecidos nas periferias da capital.
Aléx Viana
Não se tem dúvida de que no Brasil impera o recrudescimento no âmbito penal, é por isso que o país tem a 3ª maior população carcerária do...
14 de fevereiro de 2025
Não se tem dúvida de que no Brasil impera o recrudescimento no âmbito penal, é por isso que o país tem a 3ª maior população carcerária do mundo, com mais de 800 mil pessoas presas no sistema penitenciário.
A consequência desse punitivismo exacerbado está no crescente número de demandas judiciais nos Tribunais Superiores, para se ter uma ideia o STF julgou mais HCs nos últimos 15 anos do que nos 100 primeiros anos de sua existência. No ano 2000 o STF recebeu 970 HCs, já em 2023 recebeu 2.760. O STJ no ano 2000 recebeu 3.087, e, em 2023 recebeu 18.227 HCs. Portanto é inquestionável que a demanda dos Tribunais Superiores aumentou consideravelmente.
Esse aumento da demanda vem motivando muitas reclamações dos Ministros. Mas o problema não é a demanda em si, mas, sim, a causa dela. Não existe na nossa cultura jurídica uma cultura de respeito aos precedentes judiciais, vou além, não existe uma cultura de respeito a Constituição e ao Código de Processo Penal. Após 35 anos da promulgação da Constituição de 1988 ainda se discute nos Tribunais o direito da defesa ter acesso aos autos.
No Brasil os direitos e garantias fundamentais do ser humano não são respeitados, aqui se pratica uma prestação jurisdicional personalíssima, onde o juiz cria uma norma processual própria. Até as prerrogativas da advocacia são transgredidas todos os dias, inclusive pelo STF. Réu e Advogado são tratados como inimigos de Estado.
Mas qual a razão dessa cultura? Certamente a razão mais significativa é a aporofobia, o ódio do sistema em desfavor do pobre. É impossível visualizar os dados e não enxergar que a desigualdade social e a ignorância do povo são as maiores condicionantes da nossa situação atual.
A matéria penal mais tratada no âmbito jurisdicional é relacionada ao tráfico de drogas, nela podemos observar que somente 11,25% das prisões por tráfico advém de investigações prévias, 88,75% advém de prisão em flagrante, desse número 75% são realizados pela polícia militar, e, somente, 15,49% são realizados pela polícia civil. Em suma o sistema enxuga gelo através da polícia militar prendendo peão. (Sentenciando o tráfico: o papel dos juízes no grande encarceramento / Marcelo Semer. – 1.ed. – São Paulo : Trirant lo Blanch, 2019, p. 158/159)
Como o sistema penal mira somente o pobre, o que é inquestionável ao se observar os dados, vigora no país a ideia de que a vida do pobre não tem muito valor, é por isso que a regra em primeira e segunda instância é prender e deixar preso, é por isso que vigora a ideia de que os fins justificam os meios, em que os direitos e garantias fundamentais são relativizados em prol da punição.
É impossível não rememorar Victor Hugo em “O ÚLTIMO DIA DE UM CONDENADO”, que no prefácio se critica que a abolição da guilhotina ocorreu para salvar nobres, isto é, enquanto os guilhotinados eram pobres estava tudo bem: “Se a tivessem proposto, essa desejável abolição, não por conta de quatro ministros despencados das Tuileries em Vincennes, mas por conta do primeiro salteador vindo, por conta de um desses miseráveis que os senhores mal olham quando cruzam com eles na rua, a quem não dirigem a palavra, cujo convívio empoeirado evitam instintivamente, um desse miseráveis, cuja infância maltrapilha correu descalça por ruas lamacentas (...)”.
Assim, não há dúvida que estamos vivendo um choque entre a ideia classista e punitivista do andar de baixo e a ideia progressista do andar de cima. Enquanto o STJ e o STF não efetivamente solidificar a cultura de precedentes, vamos continuar nessa queda de braço, que as instâncias inferiores saem ganhando quando os ministros não deferem de plano a liminar, haja vista o tempo que leva o julgamento do mérito de um HC.
Bispo
No quinto domingo do Tempo Comum, a Diocese de Coxim viveu uma forte experiência vocacional. No Centro Emaús, local de retiro, formação e oração, aconteceu...
14 de fevereiro de 2025
No quinto domingo do Tempo Comum, a Diocese de Coxim viveu uma forte experiência vocacional. No Centro Emaús, local de retiro, formação e oração, aconteceu o Encontro Diocesano de Catequese, reunindo mais de 120 catequistas para um momento de aprendizado e preparação. Com alegria e fé, esses catequistas se fortaleceram espiritualmente para mais um ano de missão, especialmente no acompanhamento das crianças que iniciarão sua caminhada cristã.
Além desse encontro formativo, a diocese também celebrou vocações específicas ao ministério sacerdotal. Dois novos seminaristas, Matheus e Edgar, ingressaram no Seminário Propedêutico, em Dourados, dando o primeiro passo concreto em sua caminhada de discernimento. Já o seminarista Paulo Henrique recebeu a ordem do leitorado, um grau da ordem menor, fortalecendo ainda mais seu compromisso com a Igreja. Com a graça de Deus, vemos as vocações florescerem em nossa diocese, um sinal da presença amorosa do Pai que continua a chamar operários para sua messe.
A palavra “vocação” vem do latim vocatio, onis, que significa chamada ou convite. A vocação é um dom da graça divina, que se manifesta de forma sutil em nossos corações, como um sussurro do Senhor. No entanto, essa chamada exige uma resposta, um “sim” generoso e consciente. Embora a vocação seja uma iniciativa de Deus, cabe a cada um acolhê-la e cultivá-la com oração e discernimento. Como nos ensina a Lumen Gentium, “a vocação de todos os fiéis é um chamado à santidade dentro da Igreja”.
Muitas vezes, reduzimos a vocação apenas ao chamado sacerdotal, mas a Igreja nos ensina que há diversas vocações, todas essenciais para a edificação do Reino de Deus. Além da vocação presbiteral, temos a vida consagrada, o matrimônio e até mesmo os diversos ministérios leigos, como o serviço catequético. Cada um, segundo seu carisma, é chamado a testemunhar Cristo no mundo, respondendo ao chamado divino com generosidade e fidelidade.
Diante dessa riqueza vocacional, somos convidados a rezar pelas vocações e a incentivar aqueles que sentem o chamado de Deus. Assim como Jesus disse a Simão Pedro: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca” (Lc 5,4), somos desafiados a confiar na vontade do Senhor e responder ao Seu chamado com coragem. E, para aqueles que hesitam, vale lembrar as palavras de Cristo: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens” (Lc 5,10).
Que possamos, como comunidade de fé, ser um solo fértil onde as vocações possam germinar e dar frutos. Que a graça do Espírito Santo fortaleça todos os que disseram “sim” ao chamado do Senhor, para que possam servir com amor e dedicação na missão que lhes foi confiada.
TV Divino, Pastoral da Comunicação da Catedral São José